*Sejam*Bem-Vindos* A Morada Suprema do Amor a Deus *

Junho 30 2016

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No capitulo 10, verso7, do Shri Shrimad Bhagavad-Gītä, Krishna a Suprema Personalidade de Deus comunica Sua magnificiência através da seguinte maneira:

"Quem, de fato, está convencido de Minha opulência e poder místico, ocupa-se em serviço devocional amoroso imaculado; e quanto a isto, não há dúvida. Porque Eu sou a fonte de todos os mundos materiais e espirituais. Tudo emana de Mim. Os sábios que conhecem isto perfeitamente ocupam-se no Meu serviço devocional e adoram-Me de todo o coração."

O auge da perfeição Espiritual é conhecer a Suprema Personalidade de Deus. Quem não estiver firmemente convencido das diferentes opulências do Senhor Supremo não poderá ocupar-se no serviço devocional amoroso imaculado. Em geral, as pessoas sabem que Deus é grande, mas não conhecem os detalhes da Sua grandeza. Aqui estão os pormenores. Se alguém sabe de fato como Deus é grande, então ele naturalmente torna-se uma alma rendida e ocupa-se no serviço devocional do Senhor. Quando a pessoa realmente conhece as opulências do Supremo, tudo o que lhe resta é render-se a Ele. Este conhecimento real pode ser conhecido através das descrições contidas tais como no Bhagavad-Gītä e em textos semelhantes das escrituras Sagradas dos Vedas.

Na administração deste Universo, há muitos semideuses distribuídos por todo o sistema planetário, e entre eles os principais são Brahmā, o Senhor Shiva e os quatro KUmaräs e os outros patriarcas. Há muitos antepassados da população do Universo, e todos eles nascem do Supremo Senhor Krishna. A Suprema Personalidade de Deus, Krishna, é o antepassado do qual se originam todos os antepassados. Um sábio erudito que tenha estudado perfeitamente os Vedas e tenha aprendido com autoridades como o Senhor Chaitanya Mahaprabhu, e que saiba como aplicar estes ensinamentos, pode compreender que Krishna é a origem de tudo no mundo material e no mundo Espiritual, e porque conhece isto a fundo, ele se fixa firmemente no serviço devocional ao Senhor Supremo. Nenhuma quantidade de comentários absurdos, nem tolo algum, jamais podem dissuadi-lo de seu propósito. Toda a literatura védica concorda que Krishna é a fonte de Brahmā, Shiva e de todos os outros semideuses. 

O Senhor Krishna é a fonte de todas as gerações, e Ele é chamado a causa mais eficiente de tudo. Ele diz: “Porque tudo nasceu de Mim, Eu sou a fonte da qual tudo se origina. Tudo está sob Mim, ninguém está acima de Mim”. Krishna é o único controlador supremo. Alguém que, tomando como referência a literatura védica, aprendeu com um mestre Espiritual genuíno a desenvolver tal compreensão acerca de Krishna, aplica toda a sua energia na consciência de Krishna, e torna-se um homem verdadeiramente erudito. Em comparação a ele, todos os outros, que não têm o devido conhecimento acerca de Krishna, não passam de tolos. Só um tolo consideraria Krishna um homem comum. Quem é consciente de Krishna não deve deixar que os tolos o confundam; ele deve evitar todos os comentários e interpretações do Bhagavad-Gītä feitos desautorizadamente e deve prosseguir na consciência de Krishna com determinação e firmeza.

Estas são algumas das opulências do Senhor Supremo. Quando alguém está firmemente convencido delas, ele aceita Krishna com grande fé e sem nenhuma dúvida e ocupa-se no serviço devocional. Todo este conhecimento específico é necessário para que se sinta um interesse maior pelo serviço devocional amoroso ao Senhor. Ninguém deve perder a oportunidade de compreender na íntegra quão grande Krishna é, pois, conhecendo a grandeza de Krishna, a pessoa será capaz de fixar-se em serviço devocional sincero.

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publicado por Lalanesha Dasa às 19:58

Junho 28 2016

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 Krishna a Suprema Personalidade de Deus enfatiza no capitulo 18, verso 57, do Shri Shrimad Bhagavad-Gītä, que deve-se tomar abrigo em Sua onnipresença dizendo ao Seu amado discípulo e amigo as seguintes palavras:

"Em todas as atividades conte apenas comigo e sempre trabalhe sob Minha proteção. Nesse serviço devocional, seja plenamente consciente de Mim. Se você se tornar consciente de Mim, irá superar por Minha graça todos os obstáculos da vida condicionada. Entretanto, se não trabalhar com essa consciência, mas agir com falso ego e deixar de Me ouvir, você estará perdido"

Quando alguém age em consciência de Krishna, ele não age como o dono do mundo. Tal qual um servo, é necessário agir sob a completa direção do Senhor Supremo. O servo não tem independência individual. Ele age apenas sob a ordem do amo. O servo que age em prol do amo supremo não é afetado por lucro ou prejuízo. Ele apenas desempenha fielmente seu dever conforme a ordem do Senhor. Alguém pode argumentar porque Seu amado discípulo estava agindo sob a direção pessoal de Krishna, mas quando Krishna não está presente, como deverá agir? Se alguém agir segundo a direção que Krishna estabeleceu neste livro do Shri Shrimad Bhagavad-Gītä bem como sob a orientação do representante de Krishna, então o resultado será o mesmo. Nisto se indica que temos única e exclusivamente na vida a meta de agir em consciência de Krishna apenas para satisfazer Krishna. E enquanto adotamos essa ocupação, devemos pensar somente em Krishna. “Eu fui designado por Krishna para desempenhar este dever específico.” Ao agir dessa forma, a pessoa devotada ao Senhor naturalmente tem que pensar em Krishna. Esta é a perfeita consciência de Krishna. Entretanto, convém notar que após fazer algo por capricho não se deve oferecer o resultado ao Senhor Supremo. Esta espécie de atividade não está incluída no serviço devocional executado em consciência de Krishna. Deve-se agir segundo a ordem de Krishna. Este é um ponto muito importante. O mestre Espiritual autêntico transmite esta ordem de Krishna através da sucessão discipular. Por isso, a ordem do mestre Espiritual precisa ser recebida como o dever primordial da vida. Se alguém aceita um mestre Espiritual genuíno e age segundo sua direção, então a perfeição de sua vida em consciência de Krishna está garantida.

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publicado por Lalanesha Dasa às 20:40

Junho 20 2016

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No Bhagavad-Gītä capitulo 5, verso 7, Krishna a Suprema Personalidade de Deus manifesta Sua amplitude de amor as entidades vivas expressando a seguinte misericórdia: 

"Aquele que trabalha com devoção, que é uma alma pura e que controla a mente e os sentidos, é querido por todos, e todos lhe são queridos. Embora sempre trabalhe, essa pessoa nunca se enreda."

Quem está no caminho da liberação através da consciência de Krishna é muito querido por todos, e todos lhe são queridos. Isto se deve à sua consciência de Krishna. Esse devoto não consegue pensar que algum ser vivo esteja separado de Krishna, assim como as folhas e os galhos duma árvore não estão separados da árvore. Ele sabe muito bem que, pondo água na raiz da árvore, a água se distribui por todas as folhas e galhos, ou que, fornecendo alimento ao estômago, a energia se distribui automaticamente por todo o corpo. Porque aquele que trabalha em consciência de Krishna é servo de todos, ele é muito querido por todos. E porque todos estão satisfeitos com seu trabalho, sua consciência é pura. Porque sua consciência é pura, sua mente está sob completo controle. E porque sua mente é controlada, seus sentidos também são controlados. Porque sua mente está sempre fixa em Krishna, não há possibilidade de ele afastar-se de Krishna. Tampouco é provável que ele ocupe seus sentidos em assuntos não relacionados com o serviço ao Senhor. Ele só está interessado em ouvir tópicos referentes a Krishna; não gosta de comer nada que não seja oferecido a Krishna; e não deseja ir a lugar nenhum onde não mencionam Krishna. Portanto, seus sentidos são controlados. Um homem de sentidos controlados não pode ser prejudicial a ninguém.

Dando continuidade neste seguimento, Krishna afirma dizendo:

"Embora ocupado em ver, ouvir, tocar, cheirar, comer, locomover-se, dormir e respirar, quem tem consciência divina, sempre sabe dentro de si, que na verdade não faz absolutamente nada. Porque enquanto fala, evacua, recebe, ou abre e fecha os olhos, ele sempre sabe que só os sentidos materiais estão ocupados com seus objetos ao passo que ele é distinto de tudo."

Quem é consciente de Krishna é puro em sua existência e, por conseguinte, nada tem a ver com nenhum trabalho que dependa das cinco causas imediatas e remotas: o autor da ação, o trabalho, a situação, o esforço e a sorte. Isto se deve ao fato de ele ocupar-se no serviço transcendental amoroso a Krishna. Embora pareça estar agindo com seu corpo e sentidos, ele sempre reconhece que sua verdadeira posição é ocupar-se em atividades espirituais. Na consciência material, os sentidos estão ocupados no gozo dos sentidos, mas na consciência de Krishna os sentidos estão ocupados na satisfação dos sentidos de Krishna. Portanto, quem está em consciência de Krishna sempre está livre, embora pareça ocupado em afazeres ligados aos sentidos. Atividades, tais como ver e ouvir, são ações dos sentidos destinadas a receber conhecimento, ao passo que mover-se, falar, evacuar, etc., são ações funcionais dos sentidos. Dai uma pessoa devotada e consciente de Krishna jamais se deixa afetar pelas ações dos sentidos. Ele só pode executar atos no serviço do Senhor porque sabe que é um servo eterno do Senhor.

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publicado por Lalanesha Dasa às 19:41

Junho 15 2016

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Krishna a Suprema Personalidade de Deus revela-Se da seguinte maneira dizendo:
Só pelo serviço devocional indiviso é possível compreender-Me como Eu sou, podendo ser visto diretamente. Somente dessa maneira uma pessoa devotada pode ingressar nos mistérios da compreensão acerca de Mim. 

Alguém que tem devoção inabalável ao Senhor Supremo e é dirigido pelo mestre Espiritual, no qual ele tem a mesma fé inabalável, pode ver a Suprema Personalidade de Deus por revelação. Ninguém pode entender Krishna através da especulação mental. Quem não recebe treinamento pessoal sob a orientação de um mestre espiritual autêntico não pode nem mesmo começar a entender Krishna.

Nem todo mundo pode vê-lO e tampouco Ele Se revela a qualquer um. Ele só pode ser visto pela pessoa a quem Ele Se revela. 

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publicado por Lalanesha Dasa às 22:15

Junho 02 2016

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 No capítulo 2, do verso 34 do Shri Shrimad Bhagavad-Gītä esta inserido o seguinte contexto:

"Aquele que livre de todo apego e aversão é capaz de controlar seus sentidos através dos princípios regulativos da liberdade pode obter a misericórdia completa do Senhor."

Explica-se que alguém pode aparentemente controlar os sentidos mediante algum processo artificial, mas se os sentidos não estiverem ocupados no serviço transcendental ao Senhor, há toda a possibilidade de uma queda. Embora a pessoa em plena consciência de Krishna possa dar a impressão de que está no plano sensual, por ser consciente de Krishna, ela não tem apego às atividades sensuais. Quem é consciente de Krishna só se preocupa com a satisfação de Krishna, e nada mais. Portanto, é transcendental a todo apego e desapego. Se Krishna quer, o devoto pode fazer qualquer coisa que normalmente é indesejável; e se Krishna não quer, ele deixa de fazer aquilo que normalmente teria feito para a sua própria satisfação. Portanto, agir ou não agir está dentro do seu controle porque ele age somente sob a direção de Krishna. Tal consciência deve-se à misericórdia imotivada do Senhor, e o devoto pode obtê-la apesar de estar preso à plataforma sensual.

Portanto, para alguém assim satisfeito (na consciência de Krishna) as três classes de misérias da existência material deixam de existir; nesta consciência jubilosa, a inteligência logo se torna resoluta.

Quem não está vinculado ao Supremo (em consciência de Krishna) não pode ter inteligência transcendental nem mente estável, sem as quais não há possibilidade de paz. E como pode haver alguma felicidade sem paz?

Se a pessoa não está em consciência de Krishna, não há possibilidade de paz. Assim, confirma-se quando alguém entende que Krishna é o único desfrutador de todos os bons resultados advindos dos sacrifícios e penitências, que Ele é o proprietário de todas as manifestações universais, e que Ele é o verdadeiro amigo de todas as entidades vivas, somente então é que se pode ter verdadeira paz. Logo, se a pessoa não for consciente de Krishna, sua mente não pode ter uma meta final. A perturbação deve-se à falta de um objetivo último, e quando se sabe que Krishna é o desfrutador e proprietário de tudo e o amigo de todos, então é possível, com uma mente estável, conseguir paz. Portanto, alguém cuja ocupação não tem relação com Krishna, decerto vive aflito e sem achar paz por mais que ele simule uma vida pacífica e com progresso Espiritual. A consciência de Krishna é uma condição pacífica que se manifesta espontaneamente e que só pode ser alcançada na relação com Krishna.

Nisto no capítulo nove verso trinta, do Shri Shimad Bhagavad-Gītä Krishna proclama que; 

"Mesmo que alguém cometa ações das mais abomináveis, se estiver ocupado no serviço devocional, deve ser considerado santo, porque está devidamente situado em sua determinação."

A frase, (alguém que cometa ações das mais abomináveis) usada neste contexto, é muito significativa, e devemos compreendê-la apropriadamente. Quando é condicionada, a entidade viva tem duas espécies de atividades: uma é condicional e a outra, constitucional. Quanto à proteção do corpo ou ao acatamento às leis da sociedade e do Estado, com certeza há diferentes atividades relativas à vida condicional, mesmo para os devotos, e essas atividades chamam-se condicionais. Além destas, a entidade viva que está plenamente consciente de sua natureza Espiritual e ocupa-se em consciência de Krishna, ou no serviço devocional ao Senhor, realiza atividades que se denominam transcendentais. Essas atividades são executadas em sua posição constitucional, e chamam-se tecnicamente serviço devocional. Acontece que, no estado condicionado, às vezes o serviço devocional e o serviço condicionado ao corpo andam lado a lado. Mas nesse caso também, às vezes estas atividades opõem-se umas às outras. Na medida do possível, o devoto tem muita cautela em não fazer nada que possa abalar sua condição saudável. Ele sabe que a perfeição de suas atividades depende da sua progressiva realização na consciência de Krishna. Entretanto, às vezes pode-se ver que um devoto consciente de Krishna comete algum ato que social ou politicamente é tido como abominável. Mas essa queda passageira não o desqualifica. Afirma-se que se alguém cai mas está sinceramente ocupado no serviço transcendental ao Senhor Supremo, o Senhor, estando situado em seu coração, purifica-o e perdoa tal abominação. A contaminação material é tão forte que mesmo um yogī plenamente ocupado no serviço do Senhor às vezes cai na armadilha. Porém, a consciência de Krishna é tão forte que essa queda ocasional é corrigida de imediato. Por isso, o processo do serviço devocional é sempre um sucesso. Ninguém deve zombar de um devoto que acidentalmente afastou-se do caminho ideal, pois, como se explica no próximo verso, essas quedas ocasionais cessarão no devido tempo, logo que ele se situar em completa consciência de Krishna.

Portanto, quem está em consciência de Krishna e ocupa-se com determinação no processo de cantar Hare Krishna, Hare Krishna, Krishna Krishna, Hare Hare/ Hare Rāma, Hare Rāma, Rāma Rāma, Hare Hare deve ser considerado como estando na posição transcendental, mesmo que ele pareça ter caído por acaso ou acidentalmente. 

O significado disto, é que mesmo que alguém ocupado por completo no serviço devocional do Senhor às vezes cometa atos abomináveis, tal atitude deve ser considerada como as manchas da Lua, que se assemelham à forma de um coelho. Essas manchas não impedem a difusão do luar. Da mesma forma, o fato de um devoto acidentalmente sair do caminho do caráter santo não o torna abominável.

Por outro lado, não se deve interpretar que um devoto no serviço devocional transcendental pode agir de todas as maneiras abomináveis; este verso refere-se apenas a um acidente devido ao forte poder das ligações materiais. O serviço devocional é mais ou menos uma declaração de guerra contra a energia ilusória. Enquanto não se for bastante forte para combater a energia ilusória, poderá haver quedas acidentais. Mas quando o devoto é forte o suficiente, ele deixa de sujeitar-se a essas quedas, como já se explicou. Ninguém deve se aproveitar deste verso para cometer tolices e achar que continua sendo devoto. Se, com o serviço devocional, ele não melhorar seu caráter, então, deve-se entender que ele não é um devoto elevado.

Krishna conclui dizendo:

"É considerado em conhecimento pleno aquele cujos atos estão desprovidos do desejo de satisfação dos sentidos. Os sábios dizem que tal pessoa é um trabalhador cujas reações do trabalho foram queimadas pelo fogo do conhecimento perfeito."

Só alguém em conhecimento pleno pode compreender as atividades de uma pessoa em consciência de Krishna. Devido ao fato de que quem é consciente de Krishna está desprovido de todo tipo de propensões ao gozo dos sentidos, entende-se que, através do conhecimento perfeito de sua posição constitucional como servo eterno da Suprema Personalidade de Deus, ele queimou as reações de seu trabalho. Aquele que alcançou tal perfeição de conhecimento é realmente erudito. O desenvolvimento deste conhecimento acerca da eterna servidão ao Senhor é comparado ao fogo. Esse fogo, quando aceso, pode queimar todos os tipos de reações ao trabalho.

"Abandonando todo o apego aos resultados de suas atividades, sempre satisfeito e independente, ele não executa nenhuma ação fruitiva, embora ocupado em vários tipos de empreendimentos."

Esta liberdade do cativeiro das ações só é possível na consciência de Krishna, quando se faz tudo para satisfazer Krishna. Quem é consciente de Krishna age por puro amor à Suprema Personalidade de Deus, e por isso não se apega aos resultados da ação. Ele nem mesmo está preocupado com sua manutenção pessoal, pois Krishna Se encarrega de tudo. Tampouco está ansioso por conseguir mais coisas, ou em proteger as coisas que já estão em sua posse. Ele cumpre seu dever da melhor forma que lhe é possível e deixa tudo a critério de Krishna. Quem é assim desapegado está sempre livre dos bons ou maus efeitos das reações; é como se não estivesse fazendo nada. Isto caracteriza ações sem reações fruitivas. Qualquer outra ação, portanto, desprovida de consciência de Krishna, ata o trabalhador.

"É dificílimo entender as complexidades da ação. Portanto, deve-se saber exatamente o que é ação, o que é ação proibida e o que é inação."

Quem está decidido a libertar-se do cativeiro material deve compreender as distinções entre ação, inação e ações não autorizadas. Ele deve dedicar-se a esta análise da ação, reação e ações pervertidas, porque este é um assunto muito difícil. Para compreender a consciência de Krishna e o critério para agir dentro de seus parâmetros, deve-se aprender o relacionamento com o Supremo; isto é, aquele que aprendeu perfeitamente sabe que cada entidade viva é um servo eterno do Senhor e que por conseguinte todos têm que agir em consciência de Krishna. O Shri Shrimad Bhagavad-Gītä inteiro é dirigido a esta conclusão. Quaisquer outras conclusões que vão de encontro a esta consciência e às ações a ela associadas são ações proibidas. Para compreender tudo isso, é necessário dirigir-se às autoridades na consciência de Krishna e com elas aprender o segredo; e isto será o mesmo que aprender diretamente do Senhor. Caso contrário, até mesmo as pessoas mais inteligentes ficarão confusas.

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publicado por Lalanesha Dasa às 20:46

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