*Sejam*Bem-Vindos* De Volta ao Supremo*

Agosto 22 2015

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publicado por Lalanesha Dasa às 14:05

Agosto 14 2015

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 Este mundo material é a manifestação da energia inferior da Suprema Personalidade de Deus.  Na criação, a energia material no qual o Senhor entra como a Sua primeira encarnação purusha, o Maha-Vishnu. Ele descansa no Oceano Causal e exala inúmeros universos, e em cada universo o Senhor volta a entrar como Garbhodakashayi Vishnu. Desse modo, cada universo é criado. Depois, Ele torna a manifestar-Se como Kishorokshayi Vishnu, e este Vishnu entra em tudo — mesmo dentro do átomo diminuto. Aqui se explica claramente este fato. Ele entra em tudo.

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Mas, quanto às entidades vivas, elas são fecundadas dentro desta natureza material e, como resultado de suas ações passadas, assumem diferentes posições. Assim começam as atividades deste mundo material. As atividades das diferentes espécies de seres vivos principiam desde o exato momento da criação. Ninguém deve achar que tudo tenha evoluído. As diferentes espécies de vida aparecem imediatamente no universo criado. Homens, animais, feras, aves — tudo é criado ao mesmo tempo, porque quaisquer que fossem os desejos que as entidades vivas acalentavam na última aniquilação, eles voltam a se manifestar. Aqui indica-se claramente que as entidades vivas nada têm a ver com este processo. O estado de existência que tinham na criação anterior simplesmente manifesta-se outra vez, e tudo isto ocorre apenas pela vontade dEle. Esta é a potência inconcebível da Suprema Personalidade de Deus. E depois de criar as diferentes espécies de vida, Ele não tem nenhuma ligação com elas. A criação se processa para que as várias entidades vivas convivam com suas várias tendências, mas o Senhor não Se envolve com ela.

Ele não Se submete às dualidades deste mundo material. Ele é transcendental a estas dualidades. Tampouco está apegado à criação e aniquilação deste mundo material. De acordo com suas ações passadas, os seres vivos aceitam suas diferentes formas nas várias espécies de vida, e o Senhor não interfere neles.

Aqui se afirma claramente que o Senhor Supremo, embora alheio a todas as atividades do mundo material, permanece o diretor supremo. O Senhor Supremo é a vontade suprema e o sustentáculo desta manifestação material, mas a administração está sendo conduzida pela natureza material. Krishna também declara no Bhagavad-Gita que de todas as entidades vivas em diferentes formas e espécies, “Eu sou o pai”. O pai introduz no ventre da mãe a semente que produzirá a criança, e da mesma forma, o Senhor Supremo, com Seu mero olhar, injeta todas as entidades vivas no ventre da natureza material, e elas saem em suas diferentes formas e espécies, conforme seus últimos desejos e atividades. Todas essas entidades vivas, embora nascidas sob o olhar do Senhor Supremo, recebem seus diferentes corpos conforme seus atos e desejos passados. Assim, o Senhor não está diretamente vinculado a esta criação material. Tudo o que Ele faz é lançar Seu olhar à natureza material; com isto, a natureza material é ativada, e tudo se cria num instante. Porque lança Seu olhar à natureza material, sem dúvida o Senhor Supremo age, mas o fato é que Ele nada tem a ver com a manifestação do mundo material de maneira direta. Dá-se o seguinte exemplo: quando existe diante de alguém uma flor perfumada, a fragrância é tocada por seu poder olfativo, mesmo assim, o olfato e a flor estão separados um do outro. Existe uma conexão semelhante entre o mundo material e a Suprema Personalidade de Deus; na verdade, Ele nada tem a ver com este mundo material, mas Ele cria por meio de Seu olhar e é Ele quem dita as ordens. Em resumo, a natureza material, sem a superintendência da Suprema Personalidade de Deus, nada pode fazer. Todavia, a Suprema Personalidade de Deus está alheio a todas as atividades materiais.

O homem comum não consegue conceber como é que a enorme criação material repousa nEle. Mas o Senhor está dando um exemplo que pode nos ajudar a entender. O céu talvez seja a maior manifestação que podemos conceber. E no céu, o vento ou o ar é a maior manifestação do mundo cósmico. O movimento do ar influencia os movimentos de tudo. Mas embora seja grande, mesmo assim, o vento está dentro do céu; não está além do céu. Da mesma forma, todas as manifestações cósmicas maravilhosas existem pela suprema vontade de Deus, e todas elas estão subordinadas a essa vontade suprema. Como em geral dizemos, nem uma folha de grama se move sem a vontade da Suprema Personalidade de Deus. Logo, tudo está se movendo sob Sua vontade: por Sua vontade, tudo está sendo criado, tudo está sendo mantido e tudo está sendo aniquilado. Não obstante, Ele está à parte de tudo, assim como o céu está sempre alheio às atividades do vento.

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publicado por Lalanesha Dasa às 12:27

Agosto 08 2015

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Tendo se equipado com austera penitência, adoração, concentração mental absorção em devoção, e tendo controlado seus sentidos, o Senhor Brahma, a criatura viva autêntica, gerou grandes sábios como seus amados filhos entre eles, o próprio Senhor Shiva.

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As execuções ritualísticas de sacrifício destinam-se unicamente ao desenvolvimento econômico material; em outras palavras, destinam-se a manter o corpo em boa condição para o cultivo de conhecimento Espiritual. Mas, para a verdadeira consecução de conhecimento Espiritual, são necessárias outras qualificações. Aquilo que é essencial no conhecimento, é a adoração ao Senhor Supremo. Às vezes, a palavra Yoga é usada para referir-se a exercícios de ginástica de diferentes posturas corporais que ajudam a concentração mental. Geralmente, as diferentes posturas corporais no sistema de Yoga são aceitas pelas pessoas menos inteligentes como sendo a meta da Yoga, mas, na realidade, a meta destina-se unicamente a concentrar a mente na Super Alma Suprema. Após criar ou gerar pessoas para o desenvolvimento econômico, o Senhor Brahma criou sábios que estabeleceriam o exemplo para a compreensão Espiritual.

O Senhor Brahma o criador não-nascido do Universo deu a cada uma de suas criações, parte de seu corpo, que era caracterizado pela profunda meditação, concentração mental, poder sobrenatural, austeridade, adoração e verdadeira renúncia.

Pessoas que são extremamente materialistas que não visão encontrar em sua vida a maneira correcta de buscar na meditação, o elo entre o ser vivo e Senhor Supremo Krishna, não podem atingir a compreensão Espiritual. Para aqueles que são viciados no gozo dos sentidos imperfeitos, a compreensão Espiritual não lhe é possível. O Bhagavad-Gita, narra em Sua afirmação que aqueles que são demasiadamente apegados a buscar posses materiais e com isso desfrutarem do gozo material não podem alcançar a Yoga perfeita na meditação e tampouco na absorção da consciência de Krishna. A falsa propaganda que esta sendo gerada pelas inúmeras formas  na sociedade humana de que se pode gozar a vida materialmente a ao mesmo tempo ter avanço Espiritual, é com toda a certeza o maior dos enganos. Para que uma pessoa possa alcançar uma meta de vida Espiritual livrando-se completamente dos ditames materiais que geram desconfortos e misérias, conotam-se em três fases: (1) evitar uma vida sexual ilícita fora dos princípios morais e éticos, (2) evitar o consumo de carne pois ela vem da forma da violência, (3) evitar a intoxicação através de meios venenosos ou alucinógenos,, e por final evitar praticar jogos de azar. Estes quatro princípios chamam-se, austeridade. Absorver a mente no Senhor Supremo, em consciência de Krishna, é o único processo que verdadeiramente torna-se eficaz na compreensão Espiritual.

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publicado por Lalanesha Dasa às 15:07

Agosto 07 2015

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A resposta mais abrangente sobre nossa identidade

Somos partes integrantes da Verdade Absoluta, do Senhor Supremo, Sri Krishna [Deus].

É obvio que sem conhecer Deus, a definição que acabamos de dar não passa de uma referência ambígua. Quem possui conhecimento de Deus pode identificar tudo da maneira certa e completa. Sem ter uma ideia clara de como definir as pessoas, vendo-as em relação a Deus, como poderá nossa definição ser correta e completa? Também qualquer preconceito que tenhamos em sociologia, ciência política, sistema religioso ou moral, será incompleto e errado, a assim incapaz de aperfeiçoar qualquer aspecto da educação humana.

Tem-se a impressão de que a entidade viva nasce porque o corpo material está sujeito ao nascimento, mas na verdade a entidade viva é eterna; ela não nasce, e apesar de estar num corpo material, ela é transcendental e eterna. Logo, não pode ser destruída e, por natureza, é plena de bem-aventurança. Ela não se ocupa em nenhuma atividade material; por isso, as atividades executadas devido a seu contato com os corpos materiais não a deixam enredada.

Como partes do absoluto, deveríamos direcionar todas as funções e faculdades para esse absoluto também, e desse modo elas deixariam de ser materiais, por estar apropriadamente conectada, ajustada ao Supremo, assim como o ferro em contato com o fogo torna-se incandescente, ou adquire as características do fogo.

Quando a alma está presente no corpo, há consciência por todo o corpo, e logo que a alma abandona o corpo, deixa de haver consciência. Qualquer homem inteligente pode entender isto com facilidade. Portanto, a consciência não é um produto das combinações da matéria. É uma característica da entidade viva. A consciência da entidade viva, embora qualitativamente igual à consciência Suprema, não é Suprema, porque a consciência de um determinado corpo não age noutro corpo. Mas a Superalma, que está situado em todos os corpos como o amigo da alma individual, é consciente de todos os corpos. Esta é a diferença entre a consciência Suprema e a consciência individual.

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publicado por Lalanesha Dasa às 00:34

Julho 27 2015

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Arjuna disse ao Senhor:

Se Você acha que sou capaz de contemplar Sua forma cósmica, ó meu Senhor, ó mestre de todo o poder místico, então, mostre-me por favor este ilimitado Eu universal.

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 Diz-se que, através dos sentidos materiais, ninguém pode ver, ouvir, compreender ou perceber o Senhor Supremo, Krishna. Mas se, desde o começo, o devoto se ocupa no serviço transcendental amoroso do Senhor, então, o Senhor pode revelar-Se para ele. Cada entidade viva é apenas uma centelha Espiritual, portanto, não lhe é possível ver nem compreender o Senhor Supremo. Arjuna, como devoto, não depende de sua força especulativa; em vez disso, ele admite suas limitações como entidade viva e reconhece a posição inestimável de Krishna. Arjuna podia compreender que para uma entidade viva não é possível entender o infinito ilimitado. Se o infinito Se revela, então, é possível compreender a natureza do infinito pela graça do infinito. Krishna é o yogueshvara Supremo, o Senhor de todo o poder inconcebível. Se Ele quiser, Ele pode Se revelar por Sua graça, embora seja ilimitado. Por isso, Arjuna suplica a graça inconcebível de Krishna. Ele não dá ordens a Krishna. Krishna não é obrigado a Se revelar a quem não se rende em plena consciência de Krishna e não se ocupa em serviço devocional. Logo, não é possível que pessoas que dependem da força de suas especulações mentais, vejam Krishna.

A Suprema Personalidade de Deus disse:

Meu querido Arjuna, veja então Minhas opulências, constituídas de centenas de milhares de variadas formas divinas e multicoloridas. 

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Arjuna queria ver a forma universal de Krishna, que, embora transcendental, só ocorre em relação à manifestação cósmica e está, portanto, sujeita ao tempo transitório desta natureza material. Assim como a natureza material é manifesta e imanifesta, do mesmo modo, esta forma universal de Krishna é manifesta e imanifesta. Diferentemente das outras formas de Krishna, ela não existe eternamente no céu Espiritual. Quanto ao devoto, ele não deseja ver a forma universal, porém, como Arjuna queria ver Krishna dessa maneira, Krishna revela esta forma. Não é possível que qualquer homem comum veja esta forma universal. Deve-se receber de Krishna o poder mediante o qual ela possa ser vista.

Ninguém pode ver o Universo inteiro enquanto fica parado no mesmo lugar. Nem mesmo o cientista mais adiantado pode ver o que está acontecendo em outras partes do Universo. Mas um devoto como Arjuna pode ver tudo o que existe em qualquer parte do Universo. Krishna lhe dá o poder de ver tudo o que ele queira ver — o passado, o presente e o futuro. Assim, pela misericórdia de Krishna, Arjuna é capaz de ver tudo. Porem O devoto sincero e puro não gosta de ver Krishna em nenhuma outra forma, exceto Sua forma de dois braços.

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publicado por Lalanesha Dasa às 20:56

Ofereço respeitosas reverências a meu Mestre Espiritual que, com o archote do conhecimento, abriu meus olhos que estavam cegos por causa da Ignorância!
Todos nós seres vivos, somos almas espirituais eternas, e, em contato com o mundo material, cada alma torna-se corporificada em um tipo de corpo particular, entre as 8.400.000 espécies de vida do universo material; Segundo a literatura Védica ...
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