*Sejam*Bem-Vindos* A Morada Suprema do Amor a Deus *

Fevereiro 07 2016

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 Krishna a Suprema Personalidade de Deus constata Sua magnificência Suprema dizendo:
Àqueles que estão constantemente devotados a Me servir com amor, Eu dou a compreensão pela qual eles podem vir a Mim.
Com isso, Krishna explica que Budhi Yoga em si é ação em consciência de Krishna da qual se extrai a inteligência mais elevada. Budhi significa inteligência, e Yoga, atividades místicas ou elevação mística. Quando alguém tenta retornar ao verdadeiro lar, retornar ao Supremo habitat, e adota plena consciência de Krishna praticando o serviço devocional imaculado, sua ação chama-se Budhi Yoga. Em outras palavras, Budhi Yoga é o processo pelo qual se escapa do enredamento deste mundo material. A meta última do progresso Espiritual é Krishna. As pessoas não sabem disto infelizmente: por isso, associar-se com devotos fixos em consciência de Krishna e aceitar as instruções de um Mestre Espiritual genuíno é tão importante. Deve-se saber através disso, que a meta é alcançar Krishna em Sua morada Suprema, e quando essa meta é especificada, então, atravessa-se o caminho lentamente mas progressivamente, e assim a meta última da vida é atingida.
Alguém que conheça a meta da vida mas está afeiçoada aos frutos de suas atividades, está agindo em Karma Yoga. E quando sabe que a meta é Krishna mas sente prazer em entregar-se a especulações mentais para tentar compreendê-lO, esse alguém está agindo em Jñana Yoga. E quando conhece a meta e busca Krishna em consciência de Krishna no serviço devocional pleno, está agindo em Bhakti Yoga, ou Budhi Yoga, que é a Yoga completa. Esta Yoga completa é a fase mais elevada da perfeição da vida humana.
Pode ser que uma pessoa tornou-se um devoto e tenha aceitado um Mestre Espiritual genuíno e pode até estar comprometido com certa organização Espiritual, porém se essa pessoa não for suficientemente inteligente o bastante para progredir na meta de encontro ao Supremo, então o próprio Senhor Krishna lhe dará instruções internas para que não sinta dificuldade alguma em acabar retornando a Ele. O requisito é que tal devoto sempre se ocupe em consciência de Krishna e, com Amor e devoção, preste todas as espécies de serviços. Ele deve executar algum tipo de trabalho em prol da consciência de Krishna,
esse trabalho deve ser feito com total Amor. Se tal devoto não for suficientemente inteligente para progredir no caminho da auto-realização, porém é sincero e devotado nas atividades que execute no serviço prestado devocionalmente, o Senhor lhe dará a oportunidade de progredir e por fim alcançá-lO.

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publicado por Lalanesha Dasa às 22:04

Janeiro 29 2016

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 Krishna a Suprema Personalidade de Deus enfatiza no Bhagavad-Gītā dizendo: 

Quem quer que Me conheça como a Suprema Personalidade de Deus, sem duvidar, é o conhecedor de tudo. Ele, portanto, se ocupa no serviço devocional pleno a Mim.

E diz também:

Que o conhecimento pelo qual alguém se apega a um tipo específico de trabalho como se fosse tudo o que existe, sem conhecimento da verdade, e que é muito escasso, diz-se que está no modo da ignorância.

Há muitas especulações filosóficas ditas por ditos intelectais sobre a posição constitucional das entidades vivas e da Suprema Verdade Absoluta. E aqui, a Suprema Personalidade de Deus explica claramente que todo aquele que conhece o Senhor Krishna como a Pessoa Suprema é de fato o conhecedor de tudo. O conhecedor imperfeito apenas continua sua especulação sobre a Verdade Absoluta, tentando desviar a verdadeira mensagem do Bhagavad-Gītā mas o conhecedor perfeito, sem perder seu precioso tempo, ocupa-se diretamente em consciência de Krishna, no serviço devocional ao Senhor Supremo. O Bhagavad-Gītā enfatiza este fato a cada passo.

O conhecimento védico é o processo que consiste em aprender por meio de recepção auditiva. Na verdade, deve-se receber a mensagem védica transmitida por autoridades como Krishna e Seus representantes. Aqui, Krishna coloca tudo no seu devido lugar, e devemos procurar ouvir essa fonte. Ouvir como simples suínos não é suficiente; deve-se procurar compreender o que dizem as autoridades. Ninguém deve ficar pensando que tudo o que se precisa fazer é especular de forma acadêmica. É necessário ouvir com submissão o Bhagavad-Gītā, onde se afirma que essas entidades vivas são sempre subordinadas à Suprema Personalidade de Deus. Qualquer um que seja capaz de compreender isso, de acordo com a ordem da Suprema Personalidade de Deus, Krishna, conhece o propósito dos Vedas; nenhum outro conhece o propósito dos Vedas.

Krishna afirma, que o conhecimento confidencial que se transmite através do Bhagavad-Gītā, jamais pode ser explicado àqueles que não são austeros, nem devotados, nem se ocupam em serviço devocional, e tampouco a alguém quel tenha inveja d'Ele. E também diz que:

Eu nunca Me manifesto aos tolos e aos não-inteligentes. Para eles, Eu estou coberto por Minha potência interna, e portanto eles não sabem que Eu sou não nascido e infalível. 

O Shrimad-Bhagavad-Gītā só pode ser conhecido pelas pessoas que cultivam uma relação com Krishna através do desempenho do serviço prestado a Ele. Pessoas ditas intelectuais de mentalidade demoníaca que desviam a verdadeira mensagem do próprio Bhagavad-Gītā inserindo seus convencimentos ateístas, não podem conhecer Krishna. A especulação mental que afasta a pessoa para bem longe do Senhor Supremo é um pecado sério, e alguém que não conhece Krishna tampouco pode comprender o valor Espiritual contido no próprio Bhagavad-gītā. O Bhagavad-gītā é falado por Krishna, e por ser a ciência de Krishna, devem-se entender as palavras de Krishna como sendo a Verdade Suprema. 

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publicado por Lalanesha Dasa às 17:50

Janeiro 24 2016

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Krishna a Suprema Personalidade de Deus nos instrui dizendo no Bhagavad-Gītā, que a determinação que não pode transpor o sonho, o temor, a lamentação, a melancolia e a ilusão - tal determinação ininteligente, está no modo da escuridão. Pois no modo da escuridão, nascido da ignorância, todas as entidades vivas encarnadas ficam iludidas. Os resultados deste modo são a loucura, a indolência e o sono, que atam a alma condicionada.

O significado disso, é que ninguém deve concluir que no modo da bondade não se sonha. Aqui, o “sonho” quer dizer sono excessivo. O sonho sempre está presente, no modo da bondade, paixão ou ignorância; o sonho é uma ocorrência natural. Mas considera-se que a determinação daqueles que não podem deixar de dormir muito, que se orgulham de desfrutar os objetos materiais, que vivem sonhando em assenhorear-se do mundo material, e cuja vida, mente e sentidos têm essa ocupação, está no modo da ignorância. Isto quer dizer que o modo da ignorância é uma qualificação muito peculiar da alma encarnada. O modo da ignorância é exatamente o oposto do modo da bondade. No modo da bondade, pelo desenvolvimento de conhecimento, pode-se compreender o porquê das coisas, mas o modo da ignorância é exatamente o oposto. Todo aquele que está sob o encanto do modo da ignorância fica louco, e um louco não pode compreender o porquê das coisas. Ao invés de progredir, ele se degrada. A definição do modo da ignorância é expressa na literatura védica da seguinte maneira: sob o encanto da ignorância, não se pode compreender a verdadeira essência das coisas. Por exemplo, qualquer um pode ver que seu avô morreu e que, portanto, também morrerá; o homem é mortal. Os filhos que ele concebe também morrerão. Logo, a morte é certa. Mesmo assim, as pessoas acumulam dinheiro de maneira desenfreada e trabalham arduamente noite e dia, sem darem a menor importância ao espírito eterno. Isto é loucura. Em sua loucura, elas relutam muito em progredir na compreensão Espiritual. Tais pessoas são muito preguiçosas. Elas não se interessam muito quando são convidadas a buscar associação com quem possa lhes dar compreensão Espiritual. Elas nem mesmo são ativas como o homem que está sob o controle do modo da paixão. Assim, outro sintoma de alguém soterrado no modo da ignorância é que ele dorme mais do que o necessário. Seis horas de sono são suficientes, mas um homem no modo da ignorância dorme pelo menos dez ou doze horas por dia. Um homem assim parece estar sempre abatido e é viciado em drogas e em dormir. Estes são os sintomas de uma pessoa condicionada ao modo da ignorância. 

E tampouco o Senhor Supremo assume as atividades pecaminosas ou piedosas de alguém. No entanto, os seres encarnados ficam confusos devido à ignorância que encobre seu verdadeiro conhecimento.

Ele está sempre satisfeito consigo mesmo, sem Se perturbar com atividades pecaminosas ou piedosas. Ele não cria certa situação para os seres vivos, mas eles, confusos pela ignorância, desejam ser postos em determinadas condições de vida, e desse modo iniciam sua cadeia de ação e reação. Devido à sua natureza superior, o ser vivo é cheio de conhecimento. Apesar disso, devido ao seu poder limitado, ele tem a tendência para se deixar influenciar pela ignorância. O Senhor é onipotente, mas a entidade viva não o é. O Senhor é , onisciente, mas o ser vivo é atômico. Por ser alma vivente, ele tem a capacidade de desejar por meio de seu livre arbítrio. Tal desejo é satisfeito apenas pelo Senhor onipotente. E então, quando fica confuso em seus desejos, o Senhor lhe permite satisfazer tais desejos, mas o Senhor nunca é responsável pelas ações e reações decorrentes da situação específica que alguém possa desejar. Estando numa condição confusa, portanto, a alma encarnada identifica-se com o corpo material circunstancial e se sujeita à miséria e à felicidade temporárias da vida. Como Superalma presente no coração de todo o ser vivo, o Senhor é o companheiro constante da entidade viva, e por isso Ele pode compreender os desejos da alma individual, assim como alguém pode cheirar o perfume de uma flor quando está perto dela. O desejo é uma forma sutil de condicionamento do ser vivo. O Senhor lhe satisfaz o desejo como ele merece: o homem propõe e Deus dispõe. Logo, o indivíduo não é onipotente em satisfazer seus desejos. Entretanto, o Senhor pode satisfazer todos os desejos, e, sendo neutro com todos, o Senhor não interfere nos desejos das entidades vivas diminutamente independentes. Porém, quando alguém deseja Krishna, o Senhor tem um cuidado especial e incentiva tal desejo, de modo que, ele possa alcançá-lO e ser eternamente feliz. Os hinos védicos, portanto, declaram isso da seguinte maneira: “O Senhor ocupa o ser vivo em atividades piedosas para que ele possa elevar-se. O Senhor o ocupa em atividades impiedosas para que ele possa ir para o inferno.
“Em seus momentos de aflição e felicidade, o ser vivo é inteiramente dependente. Pela vontade do Supremo, ele pode ir para o céu ou para o inferno, assim como uma nuvem que é levada pelo ar.”
Portanto, a alma encarnada, através de seu desejo imemorial de evitar a consciência de Krishna, causa sua própria confusão. Por conseguinte, embora seja constitucionalmente eterna, bem-aventurada e plena de conhecimento, devido à insignificância de sua existência, ela se esquece de que sua posição constitucional é prestar serviço ao Senhor e acaba caindo na armadilha da ignorância. E, sob o encanto da ignorância, alega que o Senhor é responsável por sua existência condicionada. Portanto os Vedas confimam isso da seguinte maneira: “O Senhor não pretere nem prefere ninguém, embora pareça que sim”.

O ser vivo, é uma das energias ou naturezas do Senhor Supremo, e é distinto da matéria, que é outra natureza do Senhor - chamada inferior. De algum modo, a natureza superior, que é o ser vivo, tem estado em contato com a natureza material desde tempos imemoriais. O corpo temporário ou a morada material que ele obtém é a causa de muitas variedades de atividades e das reações delas resultantes. Vivendo em tal atmosfera condicionada, ele sofre os resultados das atividades do corpo ao identificar-se (em ignorância) com o corpo. É a ignorância adquirida desde tempos imemoriais que é a causa do sofrimento e da aflição corpóreos. Logo que se distancie das atividades do corpo, o ser vivo também se livra das reações. Enquanto situado na cidade do corpo, ele parece ser-lhe o senhor, mas na verdade, não é seu proprietário e nem o controlador de suas ações e reações. Ele está simplesmente no meio do oceano material, lutando pela existência. As ondas do oceano estão sacudindo-o, e ele não tem controle algum sobre isto. Para ele, a melhor solução é sair da água por meio da consciência de Krishna transcendental. Somente isto poderá salvá-lo de todo esse alvoroço.

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publicado por Lalanesha Dasa às 14:18

Janeiro 23 2016

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Krishna a Suprema Personalidade de Deus Diz :
Quem quer que Me conheça como a Suprema Personalidade de Deus, sem duvidar, é o conhecedor de tudo. Ele, portanto, se ocupa no serviço devocional pleno a Mim.
Há muitas especulações filosóficas sobre a posição constitucional das entidades vivas e da Suprema Verdade Absoluta. Mas aqui a Suprema Personalidade de Deus explica claramente que todo aquele que conhece o Senhor Krishna como a Pessoa Suprema é de fato o conhecedor de tudo. O conhecedor imperfeito apenas continua sua especulação sobre a Verdade Absoluta, mas o conhecedor perfeito, sem perder seu precioso tempo, ocupa-se diretamente em consciência de Krishna, no serviço devocional ao Senhor Supremo. O Bhagavad-Gītā enfatiza este fato a cada passo.
O conhecimento védico é o processo pelo qual se consiste em aprender por meio de recepção auditiva. Na verdade, deve-se receber a mensagem védica transmitida por autoridades como Krishna e Seus representantes. Aqui, Krishna coloca tudo no seu devido lugar, e devemos procurar ouvir essa fonte. Ouvir como simples suínos não é suficiente; deve-se procurar compreender o que dizem as autoridades. Ninguém deve ficar pensando que tudo o que se precisa fazer é especular de forma acadêmica. É necessário ouvir com submissão o Bhagavad-Gītā, onde se afirma que essas entidades vivas são sempre subordinadas à Suprema Personalidade de Deus. Qualquer um que seja capaz de compreender isso, de acordo com a ordem da Suprema Personalidade de Deus, Krishna, conhece o propósito dos Vedas; nenhum outro conhece o propósito dos Vedas.
Se alguém se ocupa em plena consciência de Krishna, no serviço devocional ao Senhor, deve-se concluir que compreendeu todo o conhecimento védico. Na cultura ou escola Vaishnav, afirma-se que se alguém se ocupa no serviço devocional a Krishna, então não é preciso praticar nenhum outro processo Espiritual com o qual se compreende a Suprema Verdade Absoluta. Ele já chegou ao ponto, porque se ocupa no serviço devocional ao Senhor e terminou todos os processos preliminares de compreensão. Mas se alguém, após especular por centenas de milhares de vidas, não se dá conta ou rejeita de que Krishna é a Suprema Personalidade de Deus e de que a essa altura ele tem que se render, toda a especulação que empregou por tantos anos e vidas é um completo desperdício de tempo.
Por isso Krishna afirma dizendo:
Que esta é a parte mais confidencial das escrituras védicas, e está sendo revelada por Mim. E quem quer que compreenda isto se tornará sábio, e seus esforços redundarão em perfeição.
O Senhor aqui explica claramente que esta é a substância de todas as escrituras reveladas. E devemos compreender isto tal qual é ensinado pela Suprema Personalidade de Deus. Assim, poderemos obter inteligência e perfeito conhecimento transcendental. Em outras palavras, compreendendo esta filosofia referente à Suprema Personalidade de Deus e ocupando-se em Seu serviço transcendental, todos podem livrar-se de todas as contaminações impostas pelos modos da natureza material. O serviço devocional é um processo de compreensão Espiritual. Onde quer que haja serviço devocional, a contaminação material não pode coexistir. O serviço devocional ao Senhor e o próprio Senhor são a mesma coisa porque são Espirituais, o serviço devocional acontece dentro da energia interna do Senhor Supremo. Afirma-se que o Senhor é o Sol, e a ignorância chama-se escuridão. Onde o sol está presente, a escuridão está fora de cogitação. Por isso, onde quer que o serviço devocional esteja presente sob a orientação apropriada de um mestre Espiritual autêntico, a ignorância está fora de cogitação.
Todos devem adotar esta consciência de Krishna e ocupar-se no serviço devocional para se tornarem inteligentes e puros. Se alguém não chega a esta posição em que se compreende Krishna, e se não se ocupa em serviço devocional, ele não tem inteligência perfeita, não importa o grau de inteligência que lhe seja atribuído pelos homens comuns.
No entanto, é necessário livrar-se de toda a contaminação, de todas as atividades pecaminosas; aí então, pode-se compreender. Mas o serviço devocional é tão puro e poderoso que pelo simples fato de ocupar-se em serviço devocional, alcançamos automaticamente o estágio sem pecados.
Enquanto se está executando serviço devocional na associação dos devotos puros em plena consciência de Krishna, há certos itens que devem ser completamente eliminados. O item mais importante que se deve superar são as impurezas do coração. A primeira queda é causada pelo desejo de assenhorear-se da natureza material. Com isto, abandona-se o serviço transcendental amoroso ao Senhor Supremo. A segunda impureza do coração é que à medida que aumentamos a propensão de dominar a natureza material, apegamo-nos à matéria e à posse material. Os problemas da existência material são devidos a essas impurezas do coração.
Neste sentido Krishna nos da a seguinte instrução dizendo:
Com a ajuda da mente, a pessoa deve liberar-se, e não degradar-se. A mente é a amiga da alma condicionada, e é também a sua maior inimiga. Pois, para aquele que conquistou a mente, a mente é o melhor dos amigos; mas para quem fracassou neste empreendimento, sua mente continuará sendo seu maior inimigo. No entanto quem conquistou a mente já alcançou a Deus no coração, pois vive com tranqüilidade. Para ele, felicidade e tristeza, calor e frio, honra e desonra são a mesma coisa.
Na verdade, cada ser vivo é obrigado a acatar as ordens da Suprema Personalidade de Deus, que está situado no coração de todos. Quando a mente se deixa arrastar pela energia externa e ilusória, a pessoa fica enredada em atividades materiais. Portanto, logo que a mente é controlada através de um dos sistemas de yoga, deve-se considerar que a pessoa já alcançou o seu destino. Todos devem acatar as ordens superiores. Quando a mente de alguém se fixa na natureza superior, tudo o que lhe resta é seguir as determinações impostas pelo Supremo. A mente deve aceitar e seguir a uma ordem superior. O efeito conseqüente do controle da mente, é o acatamento automática das ordens de Deus ou a Superalma situada no coração dae toda a entidade viva. Porque esta posição transcendental é de imediato atingida por alguém que esteja em consciência de Krishna, o devoto do Senhor não é afetado pelas dualidades da existência material, a saber, tristeza e felicidade, frio e calor, etc. Este é o estado de samādhi vivido na prática, ou a absorção no Supremo.

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publicado por Lalanesha Dasa às 18:03

Janeiro 16 2016

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Krishna a Suprema Personalidade de Deus afirma dizendo que, partindo do planeta mais elevado no mundo material e descendo ao mais baixo, todos são lugares de miséria, onde ocorrem repetidos nascimentos e mortes. Mas quem alcança a Minha morada, jamais volta a nascer neste tabernáculo material.

O mundo inteiro está encantado pelos três modos da natureza material: bondade, paixão, e ignorância. Aqueles que estão confundidos por estes três modos não podem entender que, transcendental a esta natureza material, está o Supremo Senhor Krishna.

Cada entidade viva sob a influência da natureza material tem correspondentemente um tipo particular de corpo e um tipo específico de atividade psicológica e biológica. Há quatro classes de homens agindo nos três modos da natureza material. Entretanto, estas designações não são permanentes, de qualquer modo, a vida é temporária. Porém, embora a vida seja temporária e não saibamos o que vamos ser na próxima vida, pelo encanto desta energia ilusória, nós nos definimos de acordo com esta concepção de vida corpórea, e assim pensamos que somos americanos, indianos, russos, brasileiros, hindus, muçulmanos, etc. E se nos enredamos nos modos da natureza material, então, esquecemo-nos da Suprema Personalidade de Deus que está controlando todos esses modos. Por isso, o Senhor Krishna diz que as entidades vivas iludidas por esses três modos da natureza não entendem que, por trás desses elementos materiais, está a Suprema Personalidade de Deus. 

Há muitas espécies diferentes de entidades vivas - seres humanos, semideuses, animais, etc. - e cada uma delas está sob a influência da natureza material, e todas se esqueceram da Personalidade de Deus transcendental. Aqueles que estão nos modos da paixão e da ignorância, e mesmo aqueles que estão no modo da bondade, não conseguem ultrapassar a concepção de que a Verdade Absoluta é o Espírito Supremo. Eles se confundem diante do aspecto pessoal do Senhor Supremo, que manifesta toda a beleza, opulência, conhecimento, força, fama e renúncia. Se nem mesmo aqueles que estão em bondade conseguem compreender, que se pode esperar daqueles que estão em paixão e ignorância? A consciência de Krishna é transcendental a todos os três modos da natureza material, e aqueles verdadeiramente estabelecidos em consciência de Krishna estão de fato liberados. 

Krishna nos da Sua misericórdia proclamando que esta Sua energia divina, que consiste dos três modos da natureza material, é difícil de ser suplantada. Mas aqueles que se renderam a Ele podem facilmente transpô-la.

A Suprema Personalidade de Deus tem inúmeras energias, e todas essas energias são divinas. Embora as entidades vivas sejam parte de Suas energias e sejam, portanto, divinas, devido ao contato com a energia material, o poder superior original delas está encoberto. Estando assim coberta pela energia material, a pessoa não pode superar-lhe a influência. As entidades vivas pertencem à natureza superior eterna do Senhor, porém, devido à contaminação com a natureza inferior, ou matéria, a ilusão delas também é eterna. A alma condicionada portanto, é eternamente condicionada. Ninguém pode reconstituir qual foi a época na história material em que ela se tornou condicionada. Mesmo sendo uma energia inferior, é muito difícil para a alma condicionada libertar-se das garras desta natureza material, porque, em última análise, esta energia material é conduzida pela vontade suprema, que não se curva à entidade viva. A natureza material inferior é aqui definida como natureza divina devido ao seu vínculo com o divino e às suas ações exercidas pela vontade divina. Porque é conduzida pela vontade divina, a natureza material, embora inferior, age mui maravilhosamente na construção e destruição da manifestação cósmica. Os Vedas dão a seguinte confirmação disto: “Embora a ilusão seja falsa ou temporária, o fundamento desta ilusão é o mágico Supremo, a Personalidade de Deus, que é, o controlador Supremo.” 

Um outro significado desta ilusão, esta na corda; deve-se entender que a alma condicionada está fortemente amarrada pelas cordas da ilusão. Um homem cujas mãos e pés estão atados não pode libertar-se - ele deve receber a ajuda de uma pessoa que não esteja atada. Porque o atado não pode ajudar o atado, o libertador deve ser alguém que é livre. Portanto, somente o Senhor Krishna ou Seu representante autêntico, o Mestre Espiritual, podem libertar a alma condicionada. Sem essa ajuda superior, ninguém pode escapar do cativeiro imposto pela natureza material. O serviço devocional, ou a consciência de Krishna, pode ajudar alguém a obter essa liberação. Krishna, sendo o Senhor da energia ilusória, pode ordenar a esta energia intransponível que liberte a alma condicionada. Ele determina esta libertação devido à Sua misericórdia imotivada para com a alma rendida e também devido à Sua afeição paterna pela entidade viva, que, originalmente é um filho amado do Senhor. Portanto, render-se aos pés de lótus do Senhor é o único meio de livrar-se das garras da rigorosa natureza material. “A liberdade só é possível quando se compreende Krishna”.

Como Krishna mesmo afirma dizendo:

Iludido pelos três modos ( bondade, paixão e ignorância ), o mundo inteiro não conhece a Mim, que estou acima dos modos e sou inesgotável. 

Portanto, já que este mundo material temporário é cheio de misérias sob a forma de nascimento, velhice, doença e morte, naturalmente, aquele que alcança a perfeição máxima e vai ao planeta supremo como Krishna mesmo diz: 

Após Me alcançarem, as grandes almas, que são yogīs em devoção, jamais retornam a este mundo temporário que é cheio de misérias, porque eles obtiveram a perfeição máxima. 

Na literatura védica, descreve-se o planeta supremo como o planeta que fica além da nossa visão material e é inexplicável, mas é a meta mais elevada, o destino das grandes almas. Essas grandes almas que são mahātmās recebem mensagens transcendentais dos devotos conceituados e assim desenvolvem aos poucos serviço devocional em consciência de Krishna e ficam tão absortos no serviço transcendental que perdem o desejo de elevarem-se a algum dos planetas materiais e nem mesmo querem ser transferidos a nenhum planeta espiritual. Eles só querem Krishna e a associação com Krishna, e nada mais. Esta é a mais elevada perfeição da vida. Aqui se menciona especificamente os devotos personalistas do Senhor Supremo, Krishna. Estes devotos em consciência de Krishna alcançam a mais elevada perfeição da vida. Em outras palavras, eles são as Almas Supremas que estão sempre absortos em recitar o Maha Mantra:

" Hare Krishna Hare Krishna

Krishna Krishna

Hare Hare,

Hare Rama Hare Rama

Rama Rama

Hare Hare"

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publicado por Lalanesha Dasa às 15:55

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