Krishna Tu Bhagavan Swayam!

Maio 22 2013

 

Aqui, talvez alguém conteste que se Krishna é igual com todos e ninguém é Seu amigo favorito, então, por que Ele tem um interesse especial pelos devotos que sempre se ocupam no Seu serviço transcendental? Mas isto não é discriminação; é natural. Qualquer homem neste mundo material pode ser muito dado a fazer caridades, mas ele tem um interesse especial por seus próprios filhos. Mas aos Seus devotos Ele dedica uma atenção especial. Esses devotos são mencionados aqui: eles estão sempre em consciência de Krishna, e por isso estão sempre transcendentalmente situados em Krishna. A própria expressão “consciência de Krishna” sugere que aqueles que estão nessa consciência são transcendentalistas activos, situados nEle. O Senhor diz distintamente que “Eles estão em Mim”. “Quem se rende a Mim, na mesma proporção recebe os Meus cuidados”. 

"Não invejo ninguém, nem tampouco sou parcial com alguém. Sou igual para com todos. Porém, todo aquele que Me presta serviço com devoção é um amigo, e está em Mim, e Eu também sou seu amigo."

 E naturalmente como resultado, o Senhor também está neles. Isto é recíproco. Existe esta reciprocidade transcendental porque tanto o Senhor quanto o devoto são conscientes. Quando um diamante é encravado num anel de ouro, o anel fica muito bonito. O ouro é valorizado, e ao mesmo tempo o diamante é valorizado. O Senhor e a entidade viva brilham eternamente, e ao inclinar-se para o serviço do Senhor Supremo, a entidade viva parece ouro. O Senhor é um diamante, e essa combinação é muito bonita. As entidades vivas num estado puro chamam-se devotos. O Senhor Supremo torna-Se devoto de Seus devotos. Se uma relação recíproca não está presente entre o devoto e o Senhor, então, não há filosofia personalista. Na filosofia impessoal, não há reciprocidade entre o Supremo e a entidade viva, mas na filosofia personalista, sim. 

Dá-se freqüentemente o exemplo de que o Senhor é como uma árvore-dos-desejos, e tudo o que se quer desta árvore Ele fornece. Mas aqui a explicação é mais completa. Aqui se declara que o Senhor é parcial com os devotos. Esta é a manifestação da misericórdia especial do Senhor para com os devotos. Ninguém deve considerar que a reciprocidade do Senhor está sob a lei do karma. Ela pertence à plataforma transcendental em que agem o Senhor e Seus devotos. O serviço devocional ao Senhor não é uma actividade deste mundo material; ele faz parte do mundo espiritual, onde predominam a eternidade, a bem-aventurança e o conhecimento.

Mesmo que alguém cometa ações das mais abomináveis, se estiver ocupado no serviço devocional, deve ser considerado santo, porque está devidamente situado em sua determinação.

O significado disto, é que mesmo que alguém ocupado por completo no serviço devocional do Senhor às vezes cometa actos abomináveis, tal atitude deve ser considerada como as manchas da Lua, que se assemelham à forma de um coelho. Essas manchas não impedem a difusão do luar. Da mesma forma, o fato de um devoto acidentalmente sair do caminho do carácter santo não o torna abominável.

Portanto, quem está em consciência de Krishna e ocupa-se com determinação no processo de cantar Hare Krishna Hare Krishna Krishna Krishna Hare Hare Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare deve ser considerado como estando na posição transcendental, mesmo que ele pareça ter caído por acaso ou acidentalmente. Com isto, adverte-se aos não-devotos, para que não zombem de um devoto por ter tido uma queda acidental; ele ainda deve ser considerado santo, mesmo que tenha acidentalmente caído. Se a pessoa não seguir esta regra e zombar da queda acidental do devoto, então, estará desobedecendo à ordem do Senhor Supremo. A única qualificação do devoto é estar firme e exclusivamente ocupado em serviço devocional.

Por outro lado, não se deve interpretar que um devoto no serviço devocional transcendental pode agir de todas as maneiras abomináveis; este verso refere-se apenas a um acidente devido ao forte poder das ligações materiais. O serviço devocional é mais ou menos uma declaração de guerra contra a energia ilusória. Enquanto não se for bastante forte para combater a energia ilusória, poderá haver quedas acidentais. Mas quando o devoto é forte o suficiente, ele deixa de sujeitar-se a essas quedas, como já se explicou. Ninguém deve se aproveitar deste verso para cometer tolices e achar que continua sendo devoto. Se, com o serviço devocional, ele não melhorar seu carácter, então, deve-se entender que ele não é um devoto elevado.

No entanto Krishna declara ao seu querido e imaculado servo devotado, que ele logo se torna virtuoso e alcança a paz duradoura.   E que se declare ao mundo ousadamente que o Meu devoto jamais perece. E ninguém deve distorcer o significado disto.

publicado por Lalanesha Dasa às 22:10

Maio 20 2013

Não há limite para a extensão das seis opulências da Suprema Personalidade de Deus, aquele que é pleno e que tem plena força, plena fama, riqueza, conhecimento, beleza e renúncia é Krishna a Suprema Personalidade de Deus.

O auge da perfeição espiritual é conhecer a Suprema Personalidade de Deus. Quem não estiver firmemente convencido das diferentes opulências do Senhor Supremo não poderá ocupar-se no serviço devocional. Em geral, as pessoas sabem que Deus é grande, mas não conhecem os detalhes da Sua grandeza. Aqui estão os pormenores. Se alguém sabe de fato como Deus é grande, então ele naturalmente torna-se uma alma rendida e ocupa-se no serviço devocional do Senhor. Quando a pessoa realmente conhece as opulências do Supremo, tudo o que lhe resta é render-se a Ele. Este conhecimento real pode ser conhecido através das descrições contidas no Bhagavad-Gita e em e em textos semelhantes da escritura Védica.

Há muitos antepassados da população do Universo, e todos eles nascem do Supremo Senhor Krishna. A Suprema Personalidade de Deus, Krishna, é o antepassado do qual se originam todos os antepassados.

Estas são algumas das opulências do Senhor Supremo. Quando alguém está firmemente convencido delas, ele aceita Krishna com grande fé e sem nenhuma dúvida e ocupa-se no serviço devocional. Todo este conhecimento específico é necessário para que se sinta um interesse maior pelo serviço devocional amoroso ao Senhor. Ninguém deve perder a oportunidade de compreender na íntegra quão grande Krishna é, pois, conhecendo a grandeza de Krishna, a pessoa será capaz de fixar-se em serviço devocional sincero.



publicado por Lalanesha Dasa às 00:10

Maio 15 2013

 

Krishna a Suprema Personalidade de Deus diz:

Fixe sua mente em Mim, a Suprema Personalidade de Deus, e ocupe toda a sua inteligência em Mim. Assim, não haverá dúvida alguma de que você viverá sempre em Mim.

Alguém que está ocupado no serviço devocional ao Senhor Krishna vive em relação directa com o Senhor Supremo, então, não há dúvida de que sua posição é transcendental desde o início. O devoto não vive no plano material — ele vive em Krishna. O santo nome do Senhor e o Senhor não são diferentes; por isso, quando o devoto canta Hare KrishnaHare Krishna, Krishna Krishna, Hare HareHare RamaHare Rama, Rama Rama, Hare Hare, Krishna e Sua potência interna estão dançando na língua do devoto. Quando ele oferece alimento a Krishna, Krishna aceita directamente esse alimento, e, ao comer os restos, o devoto fica Krishna-izado. Quem não se ocupa nesse serviço não pode compreender como isto funciona, embora este processo seja recomendado no Bhagavad-Gitã e em outros textos védicos.

Bhakti-yoga é a purificação dos sentidos. Actualmente, na existência material, os sentidos estão sempre impuros, pois estão ocupados no gozo dos sentidos. Porém, pela prática da bhakti-yoga, estes sentidos podem purificar-se, e no estado purificado, eles podem entrar em contacto directo com o Senhor Supremo. Nesta existência material, talvez eu me ocupe no serviço a um patrão, mas não o sirva com verdadeiro amor. Eu o sirvo apenas para conseguir algum dinheiro. E tampouco o patrão tem algum amor, ele recebe meu serviço e me paga. Logo, o amor está fora de cogitação. Mas quanto à vida espiritual, o devoto deve elevar-se ao nível de amor puro. Este nível de amor pode ser conseguido através da prática do serviço devocional, executado com os sentidos actuais.

Este amor a Deus agora está latente no coração de todos, onde se manifesta de diferentes maneiras, porém, contaminado pela associação material. Por isso, o coração tem que purificar-se da associação material, e o amor natural por Krishna, que está latente, tem que ser revivido. Este é todo o processo.

Para praticar os princípios reguladores que fazem parte da bhakti-yoga, o devoto deve, sob a orientação de um mestre espiritual experiente, seguir certas regras: ele deve levantar-se de manhã bem cedo, tomar banho, entrar no templo, oferecer orações e cantar Hare Krishna, depois colher flores para oferecer à Deidade, cozinhar alimentos para oferecer à Deidade, comer alimento que foi oferecido primeiramente a Deidade Krishna e assim por diante. Há várias regras e regulações que ele deve seguir. E deve ouvir constantemente o Bhagavad-Gitã e o Shrimad-Bhãgavatam sendo falados por devotos puros. Esta prática pode ajudar qualquer um a elevar-se ao nível de amor a Deus, e assim assegurá-lo de que está progredindo rumo ao reino espiritual de Deus. Esta prática de bhakti-yoga, sob regras e regulações, e com a direcção de um mestre espiritual, certamente o levará ao nível de amor a Deus.

Porem Krishna sendo magnanimamente misericordioso da a seguinte instrução para alguém que se impossibilita seguir tais regras:

Se alguém não pode praticar as regulações que fazem parte da bhakti-yoga, então, deve simplesmente tentar trabalhar para Mim. Porque, trabalhando para Mim, chegará à fase perfeita.

Se, mesmo sob a orientação de um mestre espiritual, alguém não é capaz de praticar os princípios reguladores existentes na bhakti-yoga, ele ainda assim pode ser conduzido a esta fase de perfeição, trabalhando para o Senhor Supremo. A pessoa deve ser favorável à propagação da consciência de Krishna. Há muitos devotos que estão ocupados na propagação da consciência de Krishna, e eles precisam de ajuda. Então, mesmo que alguém não possa praticar directamente os princípios reguladores que fazem parte da bhakti-yoga, ele pode tentar ajudar esse trabalho. Para todo empreendimento precisa-se de terra, capital, organização e trabalho. Assim como nos negócios é preciso um lugar para se estabelecer, algum capital para usar, algum trabalho e alguma organização para se expandir, do mesmo modo, no serviço a Krishna se requer tudo isto. A única diferença é que no materialismo trabalha-se para o gozo dos sentidos. O mesmo trabalho, porém, pode ser executado para a satisfação de Krishna, e esta actividade é espiritual. Se alguém tem dinheiro suficiente, ele pode ajudar a construir um escritório ou um templo para propagar a consciência de Krishna. Ou pode ajudar na publicação de livros e revistas. Há vários campos de actividade, e o praticante deve se interessar por essas actividades. Se ele não pode sacrificar os resultados de seu trabalho, ele mesmo pode, no entanto, sacrificar alguma porcentagem para propagar a consciência de Krishna. Este serviço voluntário em prol da consciência de Krishna o ajudará a elevar-se a um estado mais sublime de amor a Deus, e nesse ponto ele se torna perfeito.


publicado por Lalanesha Dasa às 22:27

Maio 13 2013

Todos os propósitos satisfeitos por um poço pequeno podem imediatamente ser satisfeitos por um grande reservatório de água. De modo semelhante, todos os propósitos dos Vedas podem ser cumpridos por aquele que conhece o seu propósito subjacente.

As entidades vivas são partes integrantes de Krishna; portanto, a etapa em que a entidade viva individual revive a consciência de Krishna é a mais elevada perfeição do conhecimento védico. 

Portanto, deve-se ser bastante inteligente para compreender o propósito dos Vedas, sem se deixar apegar apenas aos rituais, e não se deve desejar a elevação aos reinos celestiais visando uma qualidade melhor de satisfação dos sentidos. Nesta era, não é possível para o homem comum seguir todas as regras e regulações dos rituais védicos, nem lhe é possível estudar exaustivamente os Vedas É preciso muito tempo, energia, conhecimento e recursos para pôr em execução os propósitos dos Vedas. Dificilmente isto é possível nesta era. Todavia, o melhor propósito da cultura védica é alcançado, cantando o santo nome do Senhor.

Isto se declara da seguinte maneira:

“Ó meu Senhor, uma pessoa que esteja cantando Seu santo nome, embora nascida em família inferior, está situada na mais elevada plataforma da auto-realização. Esta pessoa deve ter executado todas as espécies de penitências e sacrifícios segundo os rituais védicos e, tendo tomado seu banho em todos os lugares santos de peregrinação, na certa estudou os textos védicos muitíssimas vezes. Tal pessoa é considerada a melhor da família ariana.”

Aquele que de fato veio a entender sua posição constitucional como servo eterno do Senhor abandona todas as ocupações e passa a agir apenas em consciência de Krishna. 

Aquele que se encontra nesta posição de um servo eterno de Krishna tem o direito de executar seu dever prescrito, mas não tem o direito aos frutos da acção. Jamais se deve considerar a causa dos resultados de suas actividades, e jamais deve-se apeguar ao não-cumprimento do seu dever. 

Tecem-se aqui três considerações: deveres prescritos, trabalho por capricho, e inação. Os deveres prescritos são actividades impostas segundo os modos da natureza material adquiridos pela pessoa. Trabalho por capricho significa ações sem a sanção da autoridade, e inação significa não executar os deveres prescritos. O Senhor aconselhou Arjuna a não ficar inativo, mas a executar seu dever prescrito sem se apegar ao resultado. Alguém que se apega ao resultado do próprio trabalho, é também a causa da acção. Assim, ele desfruta ou sofre o resultado de tais acções.

Quanto aos deveres prescritos, eles podem incluir-se em três subdivisões, a saber, trabalho de rotina, trabalho de emergência e actividades desejadas. Trabalho de rotina executado por obrigação segundo as prescrições das escrituras, sem desejo dos resultados, é acção no modo da bondade. O trabalho visando resultados torna-se a causa do cativeiro; portanto, trabalho assim não é auspicioso. Todos têm direito de propriedade em relação aos deveres prescritos, mas deve-se agir sem apego ao resultado; tais deveres obrigatórios abnegados sem dúvida conduzem a pessoa ao caminho da liberação.

Este serviço devocional é a atitude correcta tomada pela entidade viva. Só quem é mesquinho deseja gozar o fruto de seu próprio trabalho aumentando assim seu enredamento no cativeiro material. Com a exceção do trabalho em consciência de Krishna, todas as actividades são abomináveis porque sempre prendem o autor ao ciclo do nascimento e morte. Assim jamais se deve desejar ser a causa do trabalho. Tudo deve ser feito em consciência de Krishna, para a satisfação de Krishna. Os avarentos não sabem utilizar os bens materiais adquiridos pela boa fortuna ou pelo trabalho árduo. A pessoa deve gastar todas as energias trabalhando em consciência de Krishna, e isto fará sua vida um sucesso. Tal qual os avarentos, as pessoas desafortunadas não aplicam sua energia humana no serviço do Senhor.

Aquele que está ocupado no serviço devocional, livra-se tanto das boas quanto das más ações, mesmo durante esta vida.

Desde tempos imemoriais, cada ser vivo vem acumulando as várias reações de seu trabalho, bom e mau. Isto deixa-o sempre ignorante de sua verdadeira posição constitucional. Ele pode eliminar sua ignorância ao ouvir a instrução do Bhagavad-Gitã, através da qual aprende a render-se ao Senhor Krishna em todos os aspectos e a deixar de ser vítima do cativeiro da acção e reação a que se sujeita nascimento após nascimento.

Ocupando-se no serviço devocional ao Senhor, grandes sábios ou devotos livram-se dos resultados de trabalho no mundo material. Agindo assim, eles ficam livres do ciclo de nascimento e morte, e passam a viver além de todas as misérias (indo de volta ao Supremo).

Devido à ignorância, não se sabe que este mundo material é um lugar miserável onde há perigos a cada passo. Só por ignorância, pessoas menos inteligentes recorrem a actividades fruitivas, tentando ajustar-se à situação, pois acham que as acções resultantes vão fazê-las felizes. Elas não sabem que, dentro do Universo, nenhum tipo de corpo material pode propiciar uma vida sem misérias. As misérias da vida, a saber, nascimento, morte, velhice e doenças, estão presentes em toda parte do mundo material. Mas aquele que compreende sua verdadeira posição constitucional como servo eterno do Senhor, e assim conhece a posição da Personalidade de Deus, ocupa-se no serviço transcendental amoroso ao Senhor. Consequentemente, ele se qualifica a entrar no céu Espiritual onde não há vida material miserável nem a influência do tempo e da morte. Conhecer a própria posição constitucional significa também conhecer a posição sublime do Senhor. Deve-se entender que aquele que pensa que a posição da entidade viva e a posição do Senhor estão no mesmo nível encontra-se na escuridão e é, portanto, incapaz de ocupar-se em serviço devocional ao Senhor. Ele mesmo torna-se um senhor e assim ingressa na estrada de repetidos nascimentos e mortes. Mas aquele que, compreendendo que está na posição de servo passa a executar serviço ao Senhor, imediatamente torna-se candidato a ir ao mundo Espiritual. O serviço em prol do Senhor chama-se, serviço devocional ao Senhor.


publicado por Lalanesha Dasa às 22:36

Maio 10 2013
Aqueles que são demoníacos não sabem o que se deve fazer e o que não se deve fazer. Neles não se encontram limpeza, comportamento adequado nem verdade.
Em toda sociedade humana civilizada existe um conjunto de escrituras com regras e regulações que são seguidas na íntegra. Especialmente entre os arianos, aqueles que adotam a civilização védica e que são conhecidos como os povos civilizados mais avançados, considera-se que aqueles que não seguem os preceitos das escrituras são demônios. Por isso, aqui se afirma que os demônios não conhecem as regras das escrituras, nem têm inclinação alguma a segui-las. A maioria deles não as conhece, e mesmo que alguns deles as conheçam, não têm tendência a segui-las. Eles não têm fé, nem estão interessados em agir conforme os preceitos védicos. Os demônios não são limpos, nem externa nem internamente. Sempre se deve ter o cuidado de conservar o corpo limpo, tomando banho, escovando os dentes, fazendo a barba, trocando de roupa, etc. Quanto à limpeza interna, é necessário sempre lembrar-se dos santos nomes de Deus e cantar Hare Krishna, Hare Krishna, Krishna Krishna, Hare Hare/ Hare Rãma, Hare Rãma, Rãma Rãma, Hare Hare. Os demônios não gostam dessas regras de limpeza externa e interna nem as seguem.
Quanto ao comportamento, há muitas regras e regulações que guiam a conduta humana, e nestas regras e regulações afirma-se claramente que não se deve dar liberdade à mulher. Isto não quer dizer que as mulheres devam ser mantidas como escravas, mas que elas são como crianças. Não se dá liberdade às crianças, mas isto não quer dizer que elas sejam mantidas como escravos. Os demônios passaram a negligenciar estes preceitos, e eles pensam que as mulheres devem receber a mesma liberdade que os homens. No entanto, isto não serviu para melhorar a condição social do mundo. Na verdade, a mulher deve receber protecção em todas as fases da vida. Enquanto for menina, ela deverá ficar sob a protecção do pai, em sua juventude ficará aos cuidados do marido, e em sua velhice será protegida pelos filhos adultos. Este é o comportamento social exemplar divulgado no conceito de regras e regulações proveniente das escrituras Sagradas.  Mas a educação moderna inventou artificialmente um conceito vaidoso de vida feminina, e por isso o casamento agora é quase uma imaginação na sociedade humana. A condição social das mulheres é, assim, não muito boa agora, ainda que aquelas que estão casadas estão numa condição melhor que aquelas que proclamam sua assim chamada liberdade. Os demônios, portanto, não aceitam nenhuma instrução que seja boa para a sociedade, e porque eles não seguem a experiência dos grandes sábios e as regras e regulações estabelecidas pelos sábios, a condição social das pessoas demoníacas é muito miserável.
Eles dizem que este mundo é irreal, sem nenhum fundamento e sem Deus no controle; que é produzido do desejo sexual e tem como causa apenas a luxúria.
Os demoníacos concluem que o mundo é uma fantasmagoria. Não há causa nem efeito, nenhum controlador, nenhum propósito: tudo é irreal. Eles dizem que esta manifestação cósmica surge devido a acções e reacções materiais aleatórias. Eles não aceitam que Deus criou o mundo com um determinado propósito. Eles têm sua própria teoria: que o mundo apareceu por si próprio e que não há razão alguma para acreditar que exista um Deus por trás dele. Para eles, não há diferença entre espírito e matéria, e não aceitam o Espírito Supremo. Tudo é apenas matéria, e supõe-se que o cosmos inteiro seja uma massa bruta. Segundo eles, tudo é vazio, e qualquer manifestação que exista se deve à nossa percepção ignorante. Eles afirmam que todas as manifestações de diversidade são exibições de ignorância, assim como num sonho podemos criar tantas coisas que de fato não têm existência. Então quando acordamos vemos que tudo não passa de um sonho. Mas na verdade, embora digam que a vida é um sonho, os demônios são muito peritos em desfrutar este sonho. E assim, em vez de adquirir conhecimento, eles cada vez mais se envolvem com suas fantasias. Eles concluem que, sendo o filho o simples resultado da relação sexual entre um homem e uma mulher, este mundo surgiu sem a presença da alma. Para eles, foi apenas uma combinação de matéria que produziu os seres vivos, e a existência da alma fica fora de cogitação. Assim como sem causa aparente muitas criaturas vivas surgem do suor ou de um corpo morto, todo o mundo vivo surgiu das combinações materiais que se processam na manifestação cósmica. Portanto, a natureza material é a causa desta manifestação, e não existe nenhuma outra causa. Eles não acreditam nas seguintes palavras que Krishna falou no Bhagavad-Gitã:  “Sob Minha direção, o mundo material inteiro se move.” Em outras palavras, entre os demônios não há conhecimento perfeito acerca da criação do mundo; cada um deles tem sua própria teoria particular. Segundo eles, uma interpretação das escrituras é a mesma coisa que outra, pois eles não acreditam numa compreensão única dos preceitos das escrituras.
Seguindo essas conclusões, os demoníacos, sem saber o que fazer e sem nenhuma inteligência, ocupam-se em actividades prejudiciais e hediondas que só servem para destruir o mundo.
Os demoníacos ocupam-se em actividades que levarão o mundo à destruição. Aqui, o Senhor declara que eles são pouco inteligentes. Os materialistas, que não têm nenhum conceito acerca de Deus, pensam que estão progredindo. Mas conforme o Bhagavad-Gitã, eles não têm inteligência e são desprovidos de todo o bom senso. Eles tentam desfrutar este mundo material até o limite extremo e por isso sempre se ocupam em inventar algo que lhes propicie gozo dos sentidos. Essas invenções materialistas são consideradas como progresso da civilização humana, mas o resultado é que as pessoas ficam cada vez mais violentas e cada vez mais cruéis — cruéis para os animais e cruéis para os outros seres humanos. Elas não sabem como se comportar entre si. A matança de animais é muito preeminente entre os demoníacos. Semelhantes pessoas são consideradas inimigas do mundo porque acabarão inventando ou criando algo que destruirá a todos.
Indiretamente, neste texto antecipa a invenção das armas nucleares, das quais o mundo atual tanto se orgulha. A qualquer momento pode haver uma guerra, e essas armas atômicas podem causar muitos estragos. Estas coisas são criadas somente para a destruição do mundo, e isto se indica aqui. Devido à impiedade, inventam-se tais armas na sociedade humana; elas não se destinam à paz e prosperidade do mundo.
Refugiando-se na luxúria insaciável e absortos na presunção própria do orgulho e do falso prestígio, os demoníacos, assim iludidos, estão sempre comprometidos com o trabalho sujo, atraídos pelo impermanente.
Descreve-se aqui a mentalidade demoníaca. Os demônios não se fartam de sua luxúria. Eles não param de intensificar seus insaciáveis desejos de prazer material. Embora vivam sempre cheios de ansiedades decorrentes do fato de aceitarem situações impermanentes, mesmo assim eles continuam a se ocupar nessas actividades devido à ilusão. Eles não têm nenhum conhecimento e não podem perceber que estão se dirigindo para o caminho errado. Aceitando as coisas não permanentes, estas pessoas demoníacas criam seu próprio Deus e criam seus próprios hinos que se harmonizam com sua capacidade de cantá-los. O resultado é que eles ficam mais e mais atraídos a duas situações — prazer sexual e bens materiais. Essas pessoas demoníacas só se sentem atraídas a vinho, mulheres, jogatina e consumo de carne; estes são seus hábitos sujos. Induzidos pelo orgulho e pelo falso prestígio, estes seres demoníacos criam alguns princípios religiosos que não são aprovados pelos preceitos védicos. Embora eles sejam os mais abomináveis do mundo, através de meios artificiais o mundo lhes presta uma falsa homenagem. Embora estejam deslizando para o inferno, eles se consideram muito avançados.
Eles acreditam que satisfazer os sentidos é a necessidade primordial da civilização humana. Com isto, até o fim da vida sua ansiedade é imensurável. Presos a uma rede de centenas de milhares de desejos e absortos na luxúria e na ira, eles recorrem a meios ilegais para obter o dinheiro que investirão no gozo dos sentidos.
Os demoníacos aceitam que o gozo dos sentidos é a meta última da vida e mantêm este conceito até a morte. Eles não acreditam em vida após a morte, nem acreditam que nos submetemos a diferentes tipos de corpos de acordo com o karma, ou as actividades realizadas neste mundo. Seus planos para a vida nunca terminam, e eles continuam preparando planos e mais planos, mas nunca terminam nenhum. Temos na prática, a experiência pessoal de presenciar uma pessoa com tal mentalidade demoníaca que, mesmo quando estava prestes a morrer, pedia ao médico que prolongasse sua vida por mais quatro anos porque seus planos ainda não estavam completos. Esses tolos não sabem que o médico não pode prolongar a vida de ninguém. Quando o aviso chega, não se considera o desejo da pessoa. As leis da natureza não concedem nem mesmo um segundo além daquilo que se está destinado a desfrutar.
O ser demoníaco, que não tem fé em Deus nem na Superalma que mora dentro dele, executa todo tipo de actividades pecaminosas, buscando com isso o simples prazer dos sentidos. Ele não sabe que, dentro de seu coração, está uma testemunha. A Superalma observa as actividades da alma individual.  
O ser demoníaco pensa: “Tanta riqueza eu tenho hoje, e vou ganhar mais conforme meus planos. Tenho tanto agora e isto aumentará mais e mais no futuro. Matei esse meu inimigo, e meus outros inimigos também serão mortos. Eu sou o senhor de tudo. Eu sou o desfrutador. Sou perfeito, poderoso e feliz. Sou o homem mais rico, rodeado por parentes aristocráticos. Não há ninguém tão poderoso e feliz como eu. Executarei sacrifícios, farei alguma caridade, e com isso ficarei contente”. Dessa maneira, eles são iludidos pela ignorância.
Assim perplexos diante de tantas ansiedades e presos numa rede de ilusões, eles se apegam demasiadamente ao gozo dos sentidos e caem no inferno.
O homem demoníaco tem um desejo ilimitado de adquirir dinheiro. É um desejo sem fim. Ele pensa somente em quanto capital ele tem agora e planeja aumentar mais e mais esta riqueza acumulada. Para alcançar este fim ele não hesita em recorrer a qualquer expediente pecaminoso, tanto que, para obter o prazer ilegal, negocia no mercado negro. Está encantado com os bens que já possui, tais como terra, família, casa e saldo bancário, e está sempre planejando melhorá-los. Acredita em sua própria força, e não sabe que tudo o que está ganhando deve-se às suas boas acções passadas. Ele recebe a oportunidade de acumular tais coisas, mas não entende a influência das actividades realizadas no passado. Ele só pensa que toda a sua grande riqueza deve-se a seu próprio esforço. Uma pessoa demoníaca acredita na força de seu trabalho pessoal, não na lei do karma. Conforme a lei do karma, alguém nasce numa família elevada, ou fica rico, ou recebe boa educação, ou é muito bonito devido às boas actividades realizadas no passado. Os demoníacos pensam que todas essas circunstâncias são acidentais e devidas à força de sua capacidade pessoal. Eles não percebem nenhum arranjo por trás de todas as variedades de pessoas, de beleza e de educação. Qualquer um que tente competir com semelhante homem demoníaco é seu inimigo. Há muitas pessoas demoníacas, cada qual é um inimigo dos outros. Esta inimizade fica mais e mais ferrenha — entre pessoas, depois entre famílias, então entre sociedades, e por fim entre nações. Por isso, há constante luta, guerra e inimizade em todo o mundo.
Cada pessoa demoníaca pensa poder viver às custas do sacrifício das demais. Em geral, a pessoa demoníaca se considera o Deus Supremo, e um pregador demoníaco diz a seus seguidores: “Por que vocês procuram Deus em outra parte? Todos vocês são Deus! Poderão fazer tudo o que quiserem. Não acreditem em Deus. Dispensem Deus. Deus está morto”. Estas são as pregações da pessoa demoníaca.
Embora veja outros que possuem pelo menos a mesma riqueza e influência, a pessoa demoníaca acha que ninguém é mais rico que ela e que ninguém é mais influente que ela. 
Acomodados e sempre cínicos, deixando-se iludir pela riqueza e pelo falso prestígio, eles às vezes orgulhosamente executam sacrifícios apenas de nome, sem seguirem nenhuma regra ou regulação.
Julgando-se o máximo, sem se importar com nenhuma autoridade ou escritura, os demoníacos às vezes aparentemente executam rituais ou sacrifícios religiosos. E como não acreditam em autoridade, eles são muito cínicos. Isto se deve à ilusão causada pelo acúmulo de riqueza e falso prestígio. Às vezes, esses demônios assumem o papel de pregadores, desencaminham as pessoas e ficam conhecidos como reformadores religiosos ou como encarnações de Deus. Eles fazem um espetáculo com seus sacrifícios, ou adoram os semideuses, ou fabricam seu próprio Deus. Os homens comuns os têm como Deus e os adoram, e eles são considerados pelos tolos como avançados nos princípios da religião ou nos princípios do conhecimento espiritual. Eles se apresentam como se estivessem na ordem de vida renunciada e cometem todas as espécies de absurdos. Na verdade, há muitas restrições para quem renunciou a este mundo. Entretanto, os demônios não se importam com essas restrições. Eles pensam que todos podem seguir qualquer caminho que criarem; não existe nenhuma coisa tal como um caminho modelar que se tenha de seguir.
Confundidos pelo falso ego, força, orgulho, luxúria e ira, os demônios passam a invejar a Suprema Personalidade de Deus, que está em seus próprios corpos e nos corpos dos outros, e blasfemam contra a religião verdadeira.
O ser demoníaco, sempre se opondo à supremacia de Deus, não gosta de acreditar nas escrituras. Ele tem inveja das escrituras e da existência da Suprema Personalidade de Deus. Isto é causado por seu aparente prestígio e seu acúmulo de riqueza e força. Ele não sabe que a vida actual é uma preparação para a vida seguinte. Não sabendo disto, ele chega a invejar seu próprio eu, assim como o dos outros. Ele comete violência contra os corpos dos outros e contra o seu. Porque não tem conhecimento, ele não se importa com o controle supremo exercido pela Personalidade de Deus. Sendo invejoso das escrituras e da Suprema Personalidade de Deus, ele apresenta argumentos falsos que negam a existência de Deus e rejeita a autoridade da escritura. Ele se julga independente e poderoso em todas as acções. Pensa que, como ninguém consegue igualá-lo em força, poder ou riqueza, ele pode agir como bem entender, pois ninguém irá detê-lo. Se tem um inimigo que acaso impeça o avanço de suas actividades sensuais, ele faz planos para eliminá-lo com seu próprio poder.
Há três portões que conduzem a este inferno — a luxúria, a ira e a cobiça. Todo homem são deve afastar-se destes desvarios, pois eles conduzem à degradação da alma.
Nesta passagem, descreve-se a fase inicial da vida demoníaca. O homem tenta satisfazer sua luxúria, e quando não consegue, surgem a ira e a cobiça. Um homem são que não quer deslizar para as espécies de vida demoníaca deve tentar abandonar estes três inimigos, que podem matar o eu a tal ponto, que não haverá possibilidade de ele libertar-se deste enredamento material.
O homem que escapou a estes três portões do inferno, executa atos que conduzem à auto-realização e aos poucos atinge o destino Supremo.
Deve-se ter muito cuidado com esses três inimigos da vida humana: a luxúria, a ira e a cobiça. Quanto mais alguém se liberta da luxúria, da ira e da cobiça, tanto mais sua existência se purifica. Aí ele pode seguir as regras e regulações prescritas na literatura védica. Seguindo os princípios reguladores da vida humana, essa pessoa aos poucos eleva-se à plataforma da realização espiritual. Se ela for afortunada o bastante para, por tal prática, elevar-se à plataforma da consciência de Krishna, então, o sucesso lhe está garantido. Na literatura védica, ensinam-se as implicações da acção e da reacção para capacitar a pessoa a atingir a fase de purificação. O método todo baseia-se em abandonar a luxúria, a cobiça e a ira. Cultivando o conhecimento deste processo, o devoto pode se elevar à posição mais excelsa, a auto-realização; esta auto-realização é aperfeiçoada com o serviço devocional. Neste serviço devocional, a alma condicionada está com sua liberação garantida. Portanto, segundo o processo védico, estão instituídas as quatro ordens de vida e os quatro estágios de vida, chamados sistema de castas e sistema de ordem espiritual. Há diferentes regras e regulações para as diferentes castas ou divisões da sociedade, e se alguém é capaz de segui-las, ele automaticamente se eleva à plataforma mais alta de realização espiritual. Então, ele pode obter a libertação sem dúvida alguma.
Aquele que põe de lado os preceitos das escrituras e age conforme os próprios caprichos não alcança a perfeição, a felicidade, nem o destino Supremo.
Espera-se que todos sigam essas regras e regulações contidas nas escrituras Sagradas. Se alguém não as seguir e, sendo caprichoso, agir segundo sua luxúria, cobiça e desejo, então jamais terá uma vida perfeita. Em outras palavras, um homem talvez tenha completo conhecimento teórico sobre este assunto, mas se não o põe em prática, deve então ser conhecido como o mais baixo da humanidade. Na forma de vida humana, espera-se que o ser vivo seja são e que siga as regulações indicadas para elevar sua vida à plataforma mais elevada, mas se não as segue, ele então se degrada. E mesmo que siga as regras, regulações, e princípios morais, sem entretanto, chegar enfim à fase em que se compreende o Senhor Supremo, aí então, todo o seu conhecimento se perde. Mas mesmo que aceite a existência de Deus, se ele não se ocupa no serviço do Senhor, seus esforços serão inúteis. Portanto, deve haver uma elevação gradual à plataforma da consciência de Krishna e serviço devocional, só assim pode-se então atingir a mais elevada etapa de perfeição, e de nenhuma outra forma.
Aquele que deliberadamente viola as regras age com luxúria. Ele sabe que é proibido, mas mesmo assim age. Isto se chama agir por capricho. Ele sabe que aquilo deve ser feito, mas mesmo assim não o faz; por isso, é chamado de caprichoso. Tais pessoas estão fadadas a serem condenadas pelo Senhor Supremo. Essas pessoas não podem atingir a perfeição reservada à vida humana. A vida humana destina-se especificamente à purificação da existência, e quem não segue as regras e regulações não pode purificar-se, nem pode alcançar a fase da verdadeira felicidade.
É através das normas dadas nas escrituras que se deve, portanto, entender o que é dever e o que não é dever. Conhecendo essas regras e regulações, todos devem agir de modo a elevarem-se gradualmente.
Na sociedade humana, o desinteresse pelos princípios que propiciam a compreensão acerca da Suprema Personalidade de Deus é a causa de todas as quedas. Esta é a maior ofensa cometida na vida humana. Portanto, a ilusão, a energia material da Suprema Personalidade de Deus, está sempre nos causando problemas sob a forma das três classes de misérias. Esta energia material é constituída pelos três modos da natureza material. Para que se possa abrir o caminho da compreensão acerca do Senhor Supremo, é necessário pelo menos elevar-se ao modo da bondade. Sem elevar-se ao padrão próprio do modo da bondade, a pessoa permanece na ignorância e na paixão, que são a causa da vida demoníaca. Aqueles que estão nos modos da paixão e da ignorância zombam das escrituras, zombam do homem santo e zombam da devida compreensão acerca da Suprema Personalidade de Deus. Eles desobedecem às instruções do mestre espiritual e não se importam com as regulações contidas nas escrituras. Apesar de ouvirem as glórias do serviço devocional, eles não se sentem atraídos. Assim, eles fabricam seu próprio processo de elevação. Estes são alguns dos defeitos da sociedade humana que conduzem a uma condição de vida demoníaca. Entretanto, se alguém é capaz de ser guiado por um mestre espiritual autêntico e credenciado, que possa levá-lo ao caminho da elevação, à fase mais alta, então sua vida se torna bem-sucedida.

publicado por Lalanesha Dasa às 00:11

Ofereço respeitosas reverências a meu mestre espiritual que, com o archote do conhecimento, abriu meus olhos que estavam cegos por causa da ignorância!
Todos nós seres vivos, somos almas espirituais eternas, e, em contato com o mundo material, cada alma torna-se corporificada em um tipo de corpo particular, entre as 8.400.000 espécies de vida do universo terrestre; Segundo a literatura Védica ...