*Sejam*Bem-Vindos* A Morada Suprema do Amor a Deus *

Fevereiro 21 2012

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Dentre muitos milhares de homens, talvez haja um que se esforce para obter a perfeição, e dentre aqueles que alcançaram a perfeição, é difícil encontrar um que Me conheça de verdade.

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Há várias categorias de homens, e entre muitos milhares deles, talvez um esteja interessado o suficiente em realização transcendental para tentar saber o que é o eu, o que é o corpo e o que é a Verdade Absoluta. De um modo geral, a humanidade só se ocupa com as propensões animais, ou seja, comer, dormir, defender-se e acasalar-se, e quase ninguém se interessa pelo conhecimento transcendental.

Todavia, Kṛṣṇa só pode ser conhecido por pessoas que estão em consciência de Kṛṣṇa.

“Quem, ao ouvir sobre Kṛṣṇa, recorre à literatura védica, ou ouve sobre Ele diretamente através do Bhagavad-gītā, executa uma atividade virtuosa. E para aquele que ouve sobre Kṛṣṇa, o Senhor Kṛṣṇa que reside nos corações de todos, age assim como o maior benquerente e amigo, e purifica a pessoa que sempre se ocupa em ouvir sobre Ele. Dessa maneira, a pessoa desenvolve seu conhecimento transcendental latente com espontaneidade. À medida que continua a ouvir sobre Kṛṣṇa através do Bhagavad-gītā e de alguem versado no conhecimento espiritual, a pessoa se fixa no serviço devocional ao Senhor. Desenvolvendo o serviço devocional, será possível livrarmo-nos dos modos da paixão e da ignorância, e com isso a luxúria e a avareza materiais decrescem. Quando estas impurezas são removidas, a pessoa permanece firme em sua posição de bondade pura, fortalece-se no serviço devocional e compreende perfeitamente a ciência de Deus. Assim, a bhakti-yoga rompe o nó cego da afeição material e capacita-o a chegar de imediato à fase em que passa a compreeender a Suprema Verdade Absoluta, a Personalidade de Deus.”

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Um verdadeiro indagador da Verdade Suprema deve se conscientizar em saber sobre a natureza que o cerca, sobre o desfrutador, sobre o campo e o conhecedor do campo, e sobre o conhecimento e o objecto do conhecimento.E assim A Suprema Personalidade de Deus Krishna explica aos seus discipulos, que o corpo humano, chama-se o campo, e quem conhece este corpo chama-se o conhecedor do campo.

 Este corpo é o campo de atividades da alma condicionada. A alma condicionada está aprisionada na existência material, e ela tenta assenhorear-se da natureza material. E assim, conforme sua capacidade de dominar a natureza material, ela obtém um campo de atividade. Este campo de atividade é o corpo. E o que é o corpo? O corpo é feito de sentidos. A alma condicionada quer desfrutar dos sentidos, e, de acordo com seu empenho em obter prazer dos sentidos, ela recebe um corpo, ou um campo de atividades. Por isso, o corpo é chamado de,o campo de atividades da alma condicionada. E aquele que não deve identificar-se com o corpo chama-se, o conhecedor do campo. Não é muito difícil compreender a diferença entre o campo e seu conhecedor, o corpo e o conhecedor do corpo. Qualquer um pode perceber que, da infância à velhice, ele passa por muitas mudanças físicas, e no entanto continua sendo a mesma pessoa. Logo, há diferença entre o conhecedor do campo de atividades e o próprio campo de atividades. A alma condicionada viva pode então compreender que é diferente do corpo. No entanto descreve-se que a entidade viva está dentro do corpo e que o corpo passa da infância à adolescência, da adolescência à fase adulta, e da fase adulta à velhice, e aquele que possui o corpo sabe que o corpo está mudando. O possuidor é distintamente o próprio campo de atividades. Às vezes, pensamos: “Sou feliz”, “sou um homem”, “sou uma mulher”, “sou um cachorro”, “sou um gato”. Estas são as designações corpóreas do conhecedor. Mas o conhecedor é diferente do corpo. Embora possamos usar muitos artigos — nossas roupas, etc. —, sabemos que somos diferentes daquilo que usamos. Do mesmo modo, com um pouco de introspecção, também compreendemos que somos diferentes do corpo. Eu, você, ou quem quer que seja, que possua um corpo é conhecido por, o conhecedor do campo de atividades, e o corpo é chamado de, o próprio campo de atividades.

A posição superior da Suprema Personalidade de Deus e a posição subordinada da alma individual são taxativamente definidas a partir destas eplicações sumariamente definidas, como o propósito da vida humana. Em todas as circunstâncias, as entidades vivas são subordinadas. Porém, por estarem mergulhadas no esquecimento, elas sofrem. Quando iluminadas por atividades piedosas, elas são diferentemente capacitadas a aproximar-se do Senhor Supremo — tais como os aflitos, os que precisam de dinheiro, os inquisitivos e aqueles que buscam obter conhecimento. Isto também será descrito posteriormente. Aqui explica-se como a entidade viva entra em contato com a natureza material e como é que o Senhor Supremo a libera através dos diferentes métodos de atividades fruitivas, cultivo de conhecimento, e execução de serviço prestado ao propósito da vida humana. Embora seja inteiramente diferente do corpo material, a entidade viva de uma maneira ou de outra envolve-se com ele. Isto também é explicado nestas orientações dadas pela Suprema Personalidade de Deus Krishna.

Deve entender que, em todos os corpos, Krishna a Suprema Personalidade de Deus também é o conhecedor, e compreender este corpo e seu conhecedor chama-se o verdadeiro conhecimento.

Ao se discutir o assunto corpo e conhecedor do corpo, alma e Superalma, encontram-se três diferentes tópicos de estudo: o Senhor, a entidade viva e a matéria. Em cada campo de atividades, em cada corpo, há duas almas: a alma individual e a Superalma. Porque a Superalma é uma expansão plenária da Suprema Personalidade de Deus, Krishna, e assim Krishna diz: “Eu sou também o conhecedor, mas não sou o conhecedor individual do corpo. Eu sou o superconhecedor. Estou presente em cada corpo como a Superalma”.

O Senhor diz: “Em cada corpo individual, Eu sou o conhecedor do campo de atividades”. O indivíduo pode ser o conhecedor de seu próprio corpo, mas não tem conhecimento sobre os outros corpos. A Suprema Personalidade de Deus, que, como a Superalma, está presente em todos os corpos, sabe tudo sobre todos os corpos. Ele conhece todos os diferentes corpos de todas as diversas espécies de vida. Um cidadão talvez saiba tudo sobre seu pedaço de terra, porém, o rei conhece não só seu palácio, mas todas as propriedades dos cidadãos individuais. De modo semelhante, alguém pode ser o proprietário do corpo individual, mas o Senhor Supremo é proprietário de todos os corpos. O rei é o proprietário original do reino, e o cidadão é o proprietário secundário. Do mesmo modo, o Senhor Supremo é o sumo proprietário de todos os corpos.

O corpo consiste dos sentidos. O Senhor Supremo é “o controlador dos sentidos”. Ele é o controlador original dos sentidos, assim como o rei é o controlador original de todas as atividades do Estado; os cidadãos são controladores secundários. O Senhor diz: “Eu sou também o conhecedor”. Isto significa que Ele é o superconhecedor; a alma individual conhece apenas seu corpo específico.

Na literatura védica, declara-se o seguinte:

Este corpo chama-se o campo de atividades, e dentro dele mora o proprietário do corpo e o Senhor Supremo, que conhece o corpo e o dono do corpo. Por isso, Ele é chamado o conhecedor de todos os campos. A distinção entre o campo de atividades, o conhecedor das atividades e o supremo conhecedor das atividades é descrita da seguinte maneira. De acordo com o paradigma da literatura védica, o conhecimento perfeito da constituição do corpo, da constituição da alma individual e da constituição da Superalma é conhecido como a verdadeira comprensão. Esta é a opinião de Krishna. Compreender a alma e a Superalma como idênticas e, ao mesmo tempo distintas, é conhecimento. Quem não entende o campo de atividade e o conhecedor da atividade não tem conhecimento perfeito. Deve-se compreender a posição da (a natureza),(o desfrutador da natureza) e (o conhecedor que domina ou controla a natureza e a alma individual). Ninguém deve confundir as diferentes potencialidades desses três. Não se deve confundir o pintor, o quadro e o cavalete. Este mundo material, que é o campo de atividades, é a natureza, e o desfrutador da natureza é a entidade viva, e acima de ambos está o controlador supremo, a Personalidade de Deus.

 A partir daqui também será explicado que, entre os dois conhecedores, um é falível e o outro, infalível. Um é superior e o outro, subordinado. Quem pensa que os dois conhecedores do campo são a mesma pessoa contradiz a Suprema Personalidade de Deus, pois aqui Ele afirma claramente que: “Eu também sou o conhecedor do campo de atividade”. Quem confunde uma corda com uma cobra não desenvolveu conhecimento. Há diferentes espécies de corpos, e há diferentes proprietários dos corpos. Existem diferentes corpos, porque cada alma individual tem sua capacidade individual para dominar a natureza material. Mas o Supremo também está presente neles como o controlador. Krishna é a Superalma presente em cada corpo, distinto da alma individual. E Krishna diz explicitamente aqui que verdadeiro conhecimento é saber que a Superalma é o controlador do campo de atividades e do desfrutador finito.

O Senhor está aqui descrevendo as posições constitucionais do campo de atividades e do conhecedor do campo de atividades. Deve-se procurar conhecer a constituição deste corpo, os elementos que o compõem, quem controla o funcionamento deste corpo, como ocorrem as mudanças, de onde vêm as mudanças, quais são as causas, quais são as razões, qual é a meta última da alma individual e qual é a verdadeira forma da alma individual. Também se deve conhecer a distinção entre a alma individual viva e a Superalma, suas diferentes influências, seus potenciais, etc. É necessário ter uma clara compreensão desta orientação espiritual de acordo com a descrição dada diretamente pela Suprema Personalidade de Deus, e tudo isto ficará esclarecido. Mas deve-se ter o máximo cuidado de não considerar a Suprema Personalidade de Deus, situado em cada corpo, como sendo igual à alma individual. Isto é bem parecido com o ato de igualar o potente ao impotente.

Em vários textos védicos, diversos sábios descrevem este conhecimento sobre o campo de atividades e o conhecedor das atividades. A literatura védica apresenta de maneira especial, ao fazer um extenso raciocínio sobre a causa e o efeito.

A Suprema Personalidade de Deus, Krishna, é a autoridade mais indicada para explicar este conhecimento. Não obstante, por simples praxe, os estudiosos eruditos e as autoridades conceituadas sempre dão evidência baseando-se em autoridades anteriores. Ao explicar este ponto deveras controverso, a dualidade e a não-dualidade da alma e da Superalma, Krishna toma como referência uma escritura, a literatura védica, que é aceita como autoridade.

E seguindo este raciocinio, Krishna continua descrevendo, que os cinco grandes elementos, o falso ego, a inteligência, o imanifesto, os dez sentidos e a mente, os cinco objetos dos sentidos, o desejo, o ódio, a felicidade, o sofrimento, o agregado, os sintomas vitais e as convicções — todos estes são considerados, em resumo, o campo de atividades e suas interações.

 De todas as afirmações autorizadas proferidas pelos grandes sábios e contidas nos hinos védicos, pode-se obter a seguinte compreensão acerca dos componentes deste mundo. Primeiro, existem a terra, a água, o fogo, o ar e o éter. Estes são os cinco grandes elementos. Então, há o falso ego, a inteligência e os três modos da natureza em seu estado imanifesto. Depois, há os cinco sentidos com os quais se adquire conhecimento: os olhos, os ouvidos, o nariz, a língua e a pele. A seguir, os cinco sentidos funcionais: a voz, as pernas, as mãos, o ânus e os órgãos genitais. Então, superior aos sentidos, há a mente, que é interna e pode chamar-se o sentido interno. Portanto, incluindo a mente, há ao todo onze sentidos. Então, há os cinco objetos dos sentidos: o olfato, o paladar, a forma, o tato e o som. E o agregado destes vinte e quatro elementos é chamado o campo de atividades. Se alguém faz um estudo analítico destes vinte e quatro itens, então, ele pode entender muito bem o campo de atividades. Em seguida, há o desejo, o ódio, a felicidade e o sofrimento, que são interações ou representações dos cinco grandes elementos do corpo grosseiro. Os sintomas vitais, representados pela consciência e as convicções são uma manifestação do corpo sutil — mente, ego e inteligência. Estes elementos sutis estão incluídos no campo de atividades.

Os cinco grandes elementos são uma representação grosseira do falso ego, que por sua vez representa a fase primordial do falso ego, tecnicamente chamada de concepção materialista, inteligência em ignorância. Isto também representa o estado imanifesto dos três modos da natureza material. Quem deseja conhecer em pormenores os vinte e quatro elementos e suas interações deve estudar mais a fundo a filosofia. Pois no Bhagavad-gītā, faz-se apenas um resumo desta interatividade espiritual.

O corpo é a representação de todos esses fatores, e há mudanças do corpo, que são em número de seis: o corpo nasce, cresce, permanece, produz subprodutos, então começa a decair e na última fase desaparece. Portanto, o campo é um material não permanente. Todavia, o conhecedor do campo e seu proprietário, é diferente.

Krishna a Suprema Personalidade de Deus da a seguinte descrição de como deve-se portar uma pessoa que busca neste conhecimento toda comprensão espirtual dizendo: Humildade; modéstia; não-violência; tolerância; simplicidade; aproximar-se de um mestre espiritual genuíno; limpeza; firmeza; autocontrole; renúncia aos objetos de gozo dos sentidos; ausência de falso ego; a percepção segundo a qual o nascimento, a morte, a velhice e a doença são condições desfavoráveis; desapego; estar livre de enredamento com filhos, esposa, lar e o resto; equanimidade diante de acontecimentos agradáveis e desagradáveis; devoção constante e imaculada a Mim; aspirar a viver num lugar solitário; afastar-se da massa geral de pessoas; aceitar a importância da auto-realização; e empreender uma busca filosófica da Verdade Absoluta — declaro que tudo isto é conhecimento, e algo diferente disto é ignorância.

Às vezes, os homens menos inteligentes pensam que este processo de conhecimento é a interação do campo de atividade. Mas este é de fato o verdadeiro processo de conhecimento. Se alguém aceita este processo, então, existe a possibilidade de ele aproximar-se da Verdade Absoluta. Esta não é a interação dos vinte e quatro elementos anteriormente descrita. Este é o verdadeiro meio de se escapar ao enredamento daqueles elementos. A alma encarnada está aprisionada ao corpo, que é um invólucro feito com os vinte e quatro elementos, e o processo de conhecimento descrito aqui, é o meio de sair dele. De todas as descrições do processo de conhecimento, o ponto mais importante é apresentado quando se afirma que o processo de conhecimento culmina em serviço devocional imaculado ao Senhor. Logo, se alguém não se aproxima, ou não é capaz de se aproximar do serviço transcendental ao Senhor, então os outros dezenove itens não têm nenhum valor especial. Mas se a pessoa adota o serviço devocional em plena consciência de Kṛṣṇa, os outros dezenove itens automaticamente desenvolvem-se dentro dela. Como se declara que todas as boas qualidades próprias de quem tem conhecimento afloram naquele que alcançou o nível de serviço devocional. O princípio que consiste em aceitar um mestre espiritual, como se menciona no oitavo verso, é essencial. Mesmo para aquele que pratica o serviço devocional, é muito importante. A vida transcendental começa quando se aceita um mestre espiritual autêntico. A Suprema Personalidade de Deus, Sree Krishna, afirma claramente que este processo de conhecimento é o verdadeiro caminho. Especulações que não se coadunam com isso, são tolices.

anto ao conhecimento delineado aqui, os itens podem ser analisados da seguinte maneira. Humildade significa que ninguém deve ficar ansioso para ter a satisfação de ser glorificado pelos outros. A concepção de vida material nos torna ávidos por receber honra dos outros, porém, do ponto de vista de um homem em conhecimento perfeito — que sabe que ele não é este corpo — qualquer coisa, honra ou desonra, que se refira a este corpo é inútil. Ninguém deve ansiar por esta ilusão material. As pessoas almejam ganhar fama de que são muito religiosas, e por isso às vezes se descobre que, sem compreender os princípios da religião, há quem ingresse em algum grupo que não está seguindo de fato os princípios religiosos para depois fazer-se passar por mentor religioso. Quanto ao avanço verdadeiro na ciência espiritual, devemos fazer um teste para ver o quanto há de progresso. Pode-se fazer o julgamento, tomando como base estes itens.

De um modo geral, considera-se que não-violência significa não matar ou destruir o corpo, mas verdadeira não-violência significa não causar sofrimento aos outros. Mergulhadas na ignorância, as pessoas em geral estão presas na armadilha do conceito de vida material, e sofrem perpetuamente dores materiais. Logo, quem não eleva as pessoas ao conhecimento espiritual está praticando violência. Deve-se envidar todo o esforço para distribuir verdadeiro conhecimento às pessoas, para que elas possam se iluminar e deixar este enredamento material. Isto é não-violência.

Tolerância significa que devemos saber suportar o insulto e a desonra que outros nos dirijam. Se alguém se ocupa no avanço em conhecimento espiritual, se sujeita a receber dos outros muitos insultos e muita desonra. Isto é esperado porque é próprio da natureza material. Mesmo um menino como Prahlāda, que, com apenas cinco anos de idade, ocupava-se no cultivo do conhecimento espiritual, ficou em perigo quando seu pai se opôs à sua devoção. Na tentativa de matá-lo, seu pai recorreu a vários métodos, mas Prahlāda tolerou-o. Assim, podem existir muitos impedimentos ao avanço em conhecimento espiritual, mas devemos ser tolerantes e continuar a progredir com determinação.

Simplicidade significa que, sem diplomacia, deve-se ser tão direto que seja possível revelar a verdade dos fatos mesmo a um inimigo. Quanto à aceitação do mestre espiritual, isto é essencial, porque, sem a instrução de um mestre espiritual genuíno, ninguém pode progredir na ciência espiritual. A pessoa deve aproximar-se do mestre espiritual com toda a humildade e oferecer-lhe todos os serviços para que ele fique contente e conceda suas bênçãos ao discípulo. Porque um mestre espiritual autêntico é um representante de Kṛṣṇa, quando ele concede quaisquer bênçãos a seu discípulo, este progredirá imediatamente mesmo sem ter seguido os princípios reguladores. Ou melhor, os princípios serão mais fáceis para quem tenha servido o mestre espiritual sem reservas.

Limpeza é essencial para progredir na vida espiritual. Há duas espécies de limpeza: externa e interna. Limpeza externa significa tomar banho; mas quanto à limpeza interna, deve-se pensar sempre em Krishna e cantar Hare krishna Hare krishna Krishna Krishna Hare Hare / Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare. Este processo limpa da mente o pó acumulado, o karma passado.

Firmeza significa que se deve estar muito determinado a progredir na vida espiritual. Sem essa determinação, não se pode fazer progresso tangível. E autocontrole quer dizer que não se deve aceitar nada que seja prejudicial ao caminho do progresso espiritual. Devemos habituar-nos a isto e rejeitar tudo o que bloqueie o caminho do progresso espiritual. Isto é verdadeira renúncia. Os sentidos são tão fortes que estão sempre ansiosos por obter prazer. Ninguém deve curvar-se a estas exigências desnecessárias. Devem-se satisfazer os sentidos só até o ponto de manter o corpo saudável para que se possa cumprir o dever de progredir na vida espiritual. O sentido mais importante e mais incontrolável é a língua. Se alguém pode controlar a língua, então há toda a possibilidade de controlar os outros sentidos. A função da língua é saborear e vibrar. Portanto, por regulação sistemática, a língua deve estar sempre ocupada em saborear os restos do alimento oferecido a Kṛṣṇa e em cantar Hare Krishna. Quanto aos olhos, só se lhes deve permitir ver a bela forma de Kṛṣṇa. Isto controlará os olhos. De modo semelhante, os ouvidos devem ocupar-se em ouvir sobre Krishna e o nariz, em cheirar as flores oferecidas a Krishna. Este é o processo do serviço devocional, e aqui fica claro que o Bhagavad-gītā expõe a ciência do serviço devocional. O serviço devocional é o principal e único objetivo.

Falso ego significa aceitar que este corpo é a própria pessoa. Quando alguém compreende que não é este corpo, mas sim uma alma espiritual, chega então ao seu verdadeiro ego. O ego existe. Condena-se o falso ego, não o verdadeiro ego. Este sentido de “eu sou” é ego, mas quando o sentido de “eu sou” é aplicado a este corpo falso ele é ego falso. Quando o sentido do eu é aplicado à realidade, isto é o verdadeiro eu. Há alguns filósofos que dizem que devemos abandonar nosso ego, mas não podemos abandonar nosso ego, porque ego significa identidade. Devemos, é claro, abandonar a falsa identificação com o corpo.

Deve-se tentar compreender o sofrimento de aceitar nascimento, morte, velhice e doença. Vários textos védicos descrevem o nascimento. Nos textos mais proeminentes da literatura védica, descreve de maneira analítica o mundo do não-nascido, sua estada no ventre da mãe, seu sofrimento, etc. Deve-se ter completa compreensão de que o nascimento é angustiante. Porque nos esquecemos de toda a aflição por que passamos dentro do ventre da mãe, não nos interessamos em procurar alguma solução para os repetidos nascimentos e mortes. Igualmente, por ocasião da morte, há todas as espécies de sofrimentos, e eles também são mencionados nas escrituras autorizadas. Deve-se comentar sobre isto. E quanto à doença e à velhice, todos têm experiência prática. Ninguém quer ficar doente, e ninguém quer envelhecer, mas não há como evitar isso. A não ser que tenhamos uma visão pessimista dessa vida material, considerando os sofrimentos próprios do nascimento, da morte, da velhice e da doença, não haverá ímpeto para progredirmos na vida espiritual.

Quanto ao desapego de filhos, esposa e lar, não quer dizer que não se deve ter sentimento por eles. Eles são objetos de afeição natural. Mas quando eles não são favoráveis ao progresso espiritual, então, não podemos ter apego a eles. O melhor processo para tornar o lar um lugar agradável é a consciência de Krishna. Se alguém está em plena consciência de Krishna, ele pode tornar seu lar muito feliz, porque este processo da consciência de Krishna é muito fácil. Uma pessoa só precisa cantar, Hare krishna Hare krishna Krishna Krishna Hare Hare / Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare, aceitar os restos do alimento oferecido a Krishna, estudar alguns livros, tais como o Bhagavad-gītā e o Śrīmad-Bhāgavatam, e ocupar-se em adorar as formas do Senhor no altar. Estes quatro itens farão a pessoa feliz. Ela deve dar esse treinamento aos membros de sua família. Os membros da família podem sentar-se de manhã e de noite e cantar juntos  Hare krishna Hare krishna Krishna Krishna Hare Hare / Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare.Se alguém pode instituir em sua vida familiar esse processo de desenvolvimento de consciência de Kṛṣṇa, seguindo estes quatro princípios, então, não é preciso sair da vida familiar para ingressar na vida renunciada. Mas se não for satisfatória ou favorável ao avanço espiritual, então a vida familiar deve ser abandonada.  Tal qual seguindo exemplos de grandes santos e sábios, devemos sacrificar tudo para entender ou servir Krishna. Em todos os casos, ninguém deve se deixar envolver pela felicidade e sofrimento da vida familiar, porque neste mundo jamais se pode ser inteiramente feliz ou completamente miserável.

Felicidade e sofrimento são fatores próprios da vida material. Devemos aprender a tolerar, como nos aconselha o Bhagavad-gītā. Ninguém jamais pode impedir a felicidade e o sofrimento, que vão e vêm; logo, devemos nos desapegar do modo de vida materialista e ser automaticamente equânimes em ambas as circunstâncias. Em geral, quando conseguimos algo desejável, ficamos muito felizes, e quando conseguimos algo indesejável, ficamos tristes. Mas se estivermos na verdadeira posição espiritual, nada disto nos agitará. Para alcançarmos esta etapa, precisamos praticar serviço devocional ininterrupto. Serviço devocional a Krishna sem desvio significa ocupar-se nos nove processos de serviço devocional — cantar, ouvir, adorar, oferecer respeito, etc.

Naturalmente, quando alguém estiver adaptado ao modo de vida espiritual, ele não vai querer conviver com homens materialistas. Isto seria contra sua natureza. O devoto deve testar-se, vendo até que ponto está inclinado a viver num lugar solitário, sem associação indesejada. É claro que ele não se interessa por diversões desnecessárias ou ir ao cinema ou participar de algum acontecimento social, porque compreende que tudo isto é mera perda de tempo. Há muitos pesquisadores e filósofos que estudam a vida sexual ou algum outro assunto, mas de acordo com o Bhagavad-gītā, esse trabalho de pesquisa e essa especulação filosófica não têm valor algum. Isto é mais ou menos descabido. Segundo o Bhagavad-gītā, devemos pesquisar a natureza da alma por meio de discernimento filosófico. A pesquisa é necessária para a compreensão do eu. Isto é recomendado aqui.

Quanto à auto-realização, aqui se afirma claramente que a bhakti-yoga é algo especialmente prático. Logo que se cogita a devoção, deve-se considerar a relação existente entre a Superalma e a alma individual. A alma individual e a Superalma não podem ser a mesma coisa, pelo menos na concepção de bhakti, a concepção de vida devocional. Este serviço que a alma individual presta à Alma Suprema é eterno, como se afirma claramente. Então, bhakti, ou serviço devocional, é eterno. É necessário haver esta convicção filosófica.

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“Aqueles que são verdadeiros conhecedores da Verdade Absoluta sabem que o Eu é percebido em três fases diferentes, como Espirito ou alma, Superalma e Bhagavān.” Bhagavān é a palavra máxima na compreensão acerca da Verdade Absoluta;  por isso, a pessoa deve elevar-se a esta plataforma em que se obtém compreensão acerca da Suprema Personalidade de Deus e assim ocupar-se no serviço devocional ao Senhor. Esta é a perfeição do conhecimento.

Começando pela prática da humildade e indo até o ponto de compreensão acerca da Verdade Absoluta, a Absoluta Personalidade de Deus, este processo é exatamente como uma escada que começa no térreo e vai até o último andar. E nesta escada há muitas pessoas que alcançaram o primeiro andar, o segundo ou o terceiro, etc., mas quem não alcança o último andar, que é a compreensão acerca de Krishna, está numa fase de conhecimento inferior. Se alguém quiser competir com Deus e ao mesmo tempo tentar progredir em conhecimento espiritual, ele se malogrará. Afirma-se claramente que, sem humildade, a compreensão realmente não é possível. Julgar-se Deus é muita pretensão. Embora esteja sempre sendo chutada pelas rigorosas leis da natureza material, mesmo assim, devido à ignorância, a entidade viva pensa: “Eu sou Deus”. O despontar da sabedoria, portanto, é humildade. Devemos ser humildes e saber que somos subordinados ao Senhor Supremo. Devido à rebeldia contra o Senhor Supremo, ficamos subordinados à natureza material. Todos devem saber esta verdade e estar convictos dela.

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publicado por Lalanesha Dasa às 08:50

Fevereiro 07 2012
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 A morte do ateísmo

A realidade é que nós não somos materiais, mas transcendentais. Os físicos abertamente admitem que não se pode explicar de nenhuma maneira material a presença de consciência dentro  do corpo. Se fosse verdade que a vida e a consciência são produtos de uma combinação de elementos materiais, poderíamos facilmente analisar os que estiverem faltando em um corpo morto, substituí-los e, assim, poderíamos viver eternamente neste mundo material. Como pensava fazer Dr. Frankestein. 

 Apesar de muitas investigações, os cientistas não podem criar nem uma mosca, nem um mosquito, nem um germe. Ou seja, que absolutamente não criam nada, além de muitos problemas. A razão é porque a vida é o sintoma principal da alma. Onde há alma há vida. E quando a alma se vai do corpo, o corpo já não tem potência para existir. 

Toda a mentalidade ou a atitude moderna se baseia principalmente na ignorância. Podemos observar que um animal não pode superar a consciência das atividades corporais: defender-se, acasalar-se, comer e dormir. Estas atividades constituem quase todo o programa na vida animal. 

 Portanto, um ser humano, se realmente quer ser um humano, tem que transcender ou superar os limites das quatro funções corporais. E a quinta função que destaca o ser humano, o que o distingue, é a capacidade de aproximar-se de Deus. Um ser humano que não se aproxima de Deus, que não se interessa por conhecimento espiritual, está mais ou menos no mesmo nível que o cachorro, o gato, o porco, o camelo e o asno. A posição de ateísmo é de ignorância, já que nos Vedas se define que a Verdade Absoluta é a totalidade da existência. Mas quem pode negar que esta totalidade existe? A posição do ateu não é uma posição filosófica legítima, senão uma posição de inveja e teimosia. 

No corpo há disciplina e regras, leis que regem a função do corpo físico e a mente. No Universo inteiro também há leis que o regem. Mesmo a existência da ciência material está completamente baseada na esperança de que haja leis lógicas no mundo material. Se não existissem leis completamente lógicas e corretas que regessem o Universo, não poderia existir a ciência (física).  

Em toda nossa experiência podemos ver que as leis são produto de inteligência e vontade. Temos de aceitar que a existência de leis materiais é o produto da inteligência e vontade suprema, e isso é Deus. Além da inteligência e vontade, existem aspectos como a personalidade. Não temos nenhuma experiência de inteligência e vontade sem a existência de personalidade. Portanto, temos de aceitar que Deus existe, que Ele é a Suprema Personalidade, e que o propósito da vida humana é conhecê-lO e, assim, ser feliz.  

Geralmente, em qualquer religião, se admite que o mundo é criado por Deus. Com essa explicação, também temos de aceitar a existência de um mundo transcendental, já que a criação indica a presença de algo com anterioridade ao que se cria, ou seja que Deus é transcendental, porque ele pôde criar antes de que existisse um mundo material. 

Apesar disso, grandes intelectuais, mal chamados eruditos e estudantes, mas, de fato néscios, se fazem passar por inteligentes, já que não são civilizados, porque não aceitam a existência da alma eterna, nem de Deus. Portanto, a vida do ser humano é diferente, distingue-se pela inteligência, a capacidade cerebral, e essa capacidade cerebral se destina, não a desafiar a Deus, senão a aproximar-se dEle. 

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publicado por Lalanesha Dasa às 00:58

Fevereiro 04 2012

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nitai-pada-kamala, koti-chandra-susitala,
je chayay jagatu juray
heno nitai bine bhai, radha-krsna paite nai,
dridha kori' dharo nitair pay


se sambandha nahi ja'r, britha janma gelo ta'r,
se pashu bodo durachara
nitai na bolilo mukhe, majilo samsara-sukhe,
vidya-kule ki koribe tara


ahankare matta hoiya, nitai-pada pasariya,
asatyere satya kori mani
nitaiyer karuna habe, braje radha-krsna pabe,
dharo nitai-charana du'khani


nitaiyer carana satya, tanhara sevaka nitya,
nitai-pada sada koro asha
narottama bodo dukhi, nitai more koro sukhi,
rakho ranga-charanera pasha

 

 


"Esta é uma canção muito bonita de Narottama dāsa Thākura. Ele aconselha que nitāi-pada, os pés de lótus do Senhor Nityānanda (kamala significa lótus e pada significa pés), são o refúgio onde a pessoa obterá a suavizante luz da lua, não só de uma, mas de milhões de luas. Podemos apenas imaginar o valor total acumulado do suavizante brilho de milhões de luas.

Neste mundo material (jagat), que avança em direção ao inferno, há sempre um fogo ardente; e todos lutam duramente sem encontrar paz; portanto, se o mundo quer ter paz verdadeira, deve refugiar-se sob os pés de lótus do Senhor Nityānanda, que são refrescantes como o brilho de um milhão de luas.

(Juraya) significa alívio. Se alguém quer realmente extinguir o fogo ardente das dores materiais, Narottama dāsa Thākura aconselha: "Por Favor, refugie-se no Senhor Nityānanda." Qual será o resultado de aceitar o refúgio dos pés de lótus do Senhor Nityānanda?

Narottama dāsa diz: heno nitāi bine bhāi : a menos que a pessoa se refugie sob a sombra dos pés de lótus do Senhor Nityānanda, rādhā-krsna pāite nāi - será muito difícil que ela se aproxime de Rādhā-Krsna.

O objetivo deste movimento da consciência de Krsna é capacitar-nos a aproximar-nos de Rādhā-Krsna e associarmo-nos com o Senhor Supremo em Sua sublime dança de prazer.

Narottama dāsa Thākura aconselha que se alguém quer realmente entrar no grupo dançante de Rādhā-Krsna, deve aceitar o refúgio dos pés de lótus do Senhor Nityānanda.

Diz então: se sambandha nāhi. Sambandha significa "conexão" ou "contato". Compreende-se que qualquer pessoa que não tenha estabelecido um relacionamento com Nityānanda desperdiça seu nascimento humano. Brthā significa "inútil", Janma significa "vida". Tā'r significa "dele" e sambandha significa "relação".

Qualquer pessoa que não estabeleça uma relação com Nityānanda simplesmente desperdiça o benefício de sua forma humana de vida.

Por que desperdiça?

sei paśu boro durācār. Sei significa "isso", paśu significa "animal" e durācār significa "mal comportado" ou "o mais mal comportado".

Sem a elevação à consciência de Krsna através da misericórdia do Senhor Caitanya e Nityānanda a vida é simplesmente desperdiçada com a propensão animal de gozo dos sentidos. Narottama dāsa diz que os animais ordinários podem ser domados, mas quando um ser humano é animalesco; e só tem propensões animais, ele é muito horrível pois não pode ser domado.

Os gatos e cachorros ordinários ou até mesmo um tigre podem ser domados, mas quando um ser humano sai de seu caminho e recusa-se a adotar atividades humanas da consciência de Krsna, sua inteligência superior será simplesmente mal usada para propensões animais; e será muito difícil domá-lo. A sanção das leis do Estado não pode fazer de um ladrão um homem honesto; porque seu coração está poluído ele não pode ser domado. Todo homem vê que uma pessoa que comete ofensas criminais é punida pelo governo; e também nas injunções escriturais se menciona o castigo do inferno. Mas apesar de ouvir as escrituras e de ver executadas as leis do Estado, os demoníacos não podem ser domados.

Que fazem eles? Nitāi nā bolilo mukhe. Uma vez que não sabem quem é Nityānanda, nunca pronunciam os nomes do Senhor Nityānanda e do Senhor Caitanya.

Majilo samsāra-sukhe. Majilo significa "absorve-se". Eles se absorvem no assim chamado gozo material. Eles não se importam em saber quem é o Senhor Caitanya e Nityānanda; e de tal modo afundam na existência material.

Vidyā-kule ki koribe tār: se alguém não tem ligação com Nityānanda e se não se volta para a consciência de Krsna, seu vidyā, ou a sua assim chamada educação acadêmica; e kule, nascimento numa família nobre ou grande nação, não a protegerão. Ainda que alguém nasça em família importante ou numa grande nação ou tenha uma educação acadêmica muito avançada, no momento da morte a lei da natureza agirá, seu trabalho terminará e ela obterá outro corpo de acordo com esse trabalho.

Por que esses animais humanos agem dessa maneira?

Ahankāre matta hoiyā, nitāi-pada pāsariyā. Eles enlouquecem com o conceito falso de vida corpórea e assim esquecem-se de sua relação eterna com Nityānanda. Asatyere satya kori māni: tais pessoas esquecidas aceitam a energia ilusória como real. Asatyere se refere ao que não é um fato; ou em outras palavras, māyā. Māyā significa aquilo que não tem existência, mas que é apenas ilusão temporária. As pessoas que não têm contato com Nityānanda aceitam este corpo ilusório como real.

Narottama dāsa Thākura diz então: nitāiyer korunā habe, braje rādhā-krsna pābe: "Se você quiser realmente conseguir a associação de Rādhā-Krsna, deve primeiro obter a misericórdia do Senhor Nityānanda. Quando Ele tiver misericórdia de você, então será capaz de aproximar-se de Rādhā-Krsna".

Dharo nitāi-carana du' khāni. Narottama dāsa aconselha que todos se apeguem firmemente aos pés de lótus do Senhor Nityānanda.

Depois ele diz ainda: nitāi-carana satya. A pessoa não deve confundir e pensar que da mesma forma que se apoderou de māyā, os pés de lótus de Nityānanda podem também ser algo semelhante a essa māyā, ou ilusão. Portanto, Narottama dāsa confirma: nitāi-carana satya: os pés de lótus de Nityānanda não são ilusão; são um fato. Tāmhāra sevaka nitya: e a pessoa que se ocupa no serviço transcendental amoroso de Nityānanda em consciência de Krsna, alcança imediatamente sua posição transcendental na plataforma espiritual, que é eterna e bem aventurada. Portanto ele aconselha: nitāi-padā sada koro āśa: tente sempre apegar-se aos pés de lótus do Senhor Nityānanda.

Narottama boro dukhī, Narottama dāsa Thākura, o ācārya, assume a posição de que é muito infeliz. Na realidade ele está nos representando. Ele diz: "Meu querido Senhor, eu sou muito infeliz". Nitāi more koro sukhī: "por isso, eu rezo para o Senhor Nityānanda me fazer feliz.

"Rākho rāngā-caranera pāśa": "Por favor, mantenha-me num canto de Seus pés de lótus."  

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publicado por Lalanesha Dasa às 15:49

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