*Sejam*Bem-Vindos* A Morada Suprema do Amor a Deus *

Junho 05 2012



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Outrora, antes da manifestação do cosmos, o Senhor Brahma agente dotado de poder pelo Senhor, meditando na forma gigantesca da Virat-Rupa, (forma Universal) recuperou a consciência que havia perdido. Assim, ele foi capaz de reconstruir a criação tornando-a igual ao que era antes.


Sendo o Senhor Brahma um agente dotado de poder pelo Senhor Supremo, a encarnação de um dos modos da natureza material _ o modo da paixão _, ele recebe do Senhor Supremo Vishnu o poder para gerar a bela manifestação material. Entretanto, como é uma das numerosas entidades vivas, ele sujeita-se a esquecer a arte de sua energia criativa. E como é possível isso? Este esquecimento inerente ao ser vivo _ começando desde o agente Brahma e indo até ao mais inferior dos seres vivos a própria formiga _ é uma tendência que pode ser anulada através da meditação na forma Universal do Senhor a Virat-Rupa. Esta oportunidade é disponível na forma de vida humana, e se o ser humano segue a instrução contida nas Escrituras Sagradas dos Vedas, e passa a meditar nessa forma Universal do Senhor Virat-Rupa, então ele pode simultaneamente reviver sua consciência pura e combater a tendência a esquecer-se de sua relação com o Senhor Supremo. E tão logo esse esquecimento é removido, a resoluta consciência de Krishna manifesta-se de imediato. Monido deste conhecimento comprovado, o ser vivo presta serviço amoroso ao Senhor, e isto lhe é essencial. O reino de Deus é ilimitado;  portanto o número de mãos do que auxiliam o Senhor também é ilimitado. O Bhagavad-gita capitulo 13 verso 14 afirma que as mãos, pernas, olhos e bocas do Senhor estão em cada canto de Sua criação. Isto significa que as diferentes expansões, as partes integrantes chamadas de entidades vivas, são mãos que auxiliam o Senhor, e cada uma delas está designada a prestar serviço específico ao Senhor. A alma condicionada, mesmo na posição de Brahma um dos agentes dotados de poder pelo Senhor, esquece-se disso, devido à influência da energia material ilusória gerada a partir do falso egoísmo. A pessoa pode eliminar este falso egoísmo invocando a consciência de Deus. Libertação significa sair do sono do esquecimento e situar-se no verdadeiro serviço amoroso ao Senhor, como exemplificado no atitude de Brahma. Diferentemente dos supostos serviços que beneficiam aos outros mas que estão cheios de erros e esquecimento, o serviço prestado por Brahma é o exemplo de serviço na libertação. Libertação nunca é a inacção, mas serviço sem erros humanos.        


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A forma como os sons da religiosidade são transmitidos sob o encanto de se alcançar reinos celestiais, confundem a inteligência das pessoas como algo sem sentido. Pois as almas condicionadas vivem sonhando com prazeres celestiais ilusórios, mas na verdade elas não saboreiam nesses lugares tidos como celestiais, nenhuma felicidade tangível.


A alma condicionada sempre está ocupada em traçar planos para alcançar a felicidade dentro do mundo material, mesmo que seja preciso ir até os limites do Universo. Ela nunca se satisfaz com as condições oferecidas por este planeta Terra, onde explora ao máximo os recursos da natureza. Ela pensa em viajar até a Lua ou a outro planeta para explorar recursos lá existentes. Mas no Bhagavad-Gita capitulo 8 verso 16, o Senhor nos adverte que é inútil tentar viver em algum planeta dentro deste Universo, bem como naqueles planetas dentro de outros sistemas. Existem inúmeros Universos e também inúmeros planetas em cada um deles. Mas nenhum deles é imune às principais misérias da existência material, a saber, as dores do nascimento, as dores da morte, as dores da velhice e as dores da doença. O Senhor diz que mesmo o planeta mais elevado, conhecido como planetas celestiais, não é uma região feliz onde se possa fixar residência, pois nele existem as dores materiais, como se mencionou acima. As almas condicionadas estão sob as estritas leis das actividades fruitivas, e nesse caso às vezes elas sobem a esses planetas celestiais e voltam a cair novamente degradando-se, e assim vivem como crianças pouco inteligentes brincando em um carrossel. A verdadeira felicidade está no Reino de Deus, onde ninguém precisa submeter-se às dores da existência material. Portanto, os processos rituais religiosos mediante os quais as entidades vivas executam determinadas actividades que lhes foram prescritas desviam do caminho da verdadeira salvação. A pessoa pensa e sonha no modo de vida superior existente nesse ou naquele país, ou nesse ou naquele planeta, mas em nenhuma parte do mundo material ela pode satisfazer seu desejo de verdadeira vida, a saber, vida eterna, inteligência plena e bem-aventurança completa. Em nossa última etapa da vida, não devemos desejar ser transferidos aos supostos plantas celestiais, mas devemos preparar nossa ida de volta ao Supremo. Nenhum dos planetas materiais, nem as condições neles existentes que propiciam uma vida confortável, são eternos; portanto. todos nós devemos ter uma verdadeira relutância em aceitar a felicidade temporária que eles oferecem.


Por essa razão, a pessoa iluminada pelo conhecimento Espiritual que estiver no mundo de nomes e fantasias, deve esforçar-se apenas pelas necessidades mínimas da vida. Ela deve ter inteligência fixa e jamais se esforçar por coisas indesejáveis, sendo competente para perceber na prática que todos esses esforços não passam de trabalho árduo executado a troco de nada.


De acordo com a ciência devocional instituída pela razão Suprema de Deus, é inteiramente distinto perceber alguma ligação entre o processo de actividades de satisfação material, as quais as pessoas inteligentes que seguem fielmente a ciência devocional, consideram essa satisfação mera perda de tempo. Todo o Universo, aliás, toda a existência material, move-se como um carrossel de ilusões onde se fazem planos para que as posições sociais se tornem muito confortáveis ou seguras, embora  todos vejam que essa existência não é confortável nem segura e nunca pode tornar-se confortável ou segura em nenhuma etapa do desenvolvimento. Aqueles que se deixam cativar pelo avanço ilusório da civilização material (seguindo o caminho de fantasmagoria) certamente são loucos. Toda a criação material é apenas um jogo de palavras; de fato, ela não passa de uma enganosa criação material como terra, água e fogo. Os edifícios, as mobílias, os carros, os bangalôs, os moinhos, as fabricas, as indústrias, a paz, a guerra atômica e a eletrônica, são apenas complicados nomes de elementos materiais com suas concomitantes reacções dos três modos da natureza, bondade, paixão e ignorância. A pessoa inteligente que esta fixa nos ensinamentos do Senhor, tem perfeito conhecimento sobre estes três modos da natureza, e não se interessa criar coisas indesejáveis que fomentem uma situação que não é absolutamente realidade, mas apenas nomes cujo significado equivale ao murmúrio das ondas do mar. Os grandes patriarcas, líderes e soldados lutam uns com os outros para perpetuarem seus nomes na história. Eles são esquecidos no decorrer do tempo, e abrem espaço numa lacuna para outra era na história, sem haver continuidade que esteja em vigor. Mas a pessoa inteligente fixa determinadamente nos ensinamentos do Senhor, compreende que a história e as pessoas históricas são inúteis produtos do tempo flutuante. Aquele que trabalha arduamente, deseja uma grande fortuna, conquistada sob a forma de riqueza, mulher e adoração mundana, mas aqueles que estão fixos em perfeita realidade não estão interessados nessas coisas falsas. Para essas pessoas tudo isso é uma perda de tempo. Já que cada segundo da vida humana é importante, uma pessoa iluminada deve ser suficientemente cautelosa e utilizar o tempo com muita prudência. Um segundo da vida humana desperdiçado na inútil tentativa de planejar a felicidade no mundo material nunca este segundo poderá ser readquirido novamente, mesmo que se gaste milhões de fortunas nessa tentativa. Portanto o Espiritualista que deseja libertar-se das garras da ilusão, é aconselhado a não se deixar cativar pelos aspectos externos do trabalho árduo. A vida humana nunca se destina ao gozo dos sentidos, mas sim a Auto-realização. Do ponto de vista da ciência Espiritual, do começo ao fim do processo que envolve ter pleno conhecimento de causa e efeito, instrui-se para que se possa ter ao alcance de nossas metas, o principio básico da vida, que é fixar nossas mentes unicamente no propósito de libertar a alma do condicionamento material, e assim encontrar-mos a saída para o mundo Espiritual. A vida humana destina-se unicamente apenas à Auto-realização. A civilização que busca essa perfeição máxima jamais se dedica a criar coisas indesejáveis, e essa civilização perfeita prepara as pessoas para aceitarem apenas as necessidades básicas da vida ou para seguirem o princípio segundo o qual é preciso tirar proveito de um mau negócio. Nossos corpos materiais e, dentro deste contexto, nossas vidas, são maus negócios porque a entidade viva na verdade é Espírito, e é absolutamente necessário que a entidade viva empreenda avanço Espiritual. A vida humana serve para a compreensão deste importante factor, e todos devem agir em harmonia com este princípio, aceitando apenas as necessidades básicas da vida e dependendo mais da dádiva de Deus sem desviar a energia humana para algum outro propósito, eloquentemente pelo gozo material. O avanço da civilização materialista chama-se " civilização de carrascos e covardes " que sempre acaba em guerras e na escassez de suprimentos valiosos para a manutenção do ser vivo. Nesta iniciativa cautelar é especificamente advertido ao Espiritualista a ter a mente sempre fixa de modo que mesmo se houver dificuldade em levar vida simples com o pensamento elevado que não se afaste sequer um centímetro de sua rígida determinação. Para o Espiritualista, é uma política suicida estar em contacto íntimo com pessoas que no mundo buscam o gozo dos sentidos, porque semelhante política frustrará o ganho último da vida. É dever do verdadeiro Espiritualista ajudar as pessoas que desejam verdadeira salvação e apoiar a causa dessa salvação. 


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Um verdadeiro renunciante da vida material, sabe com toda a certeza que não adianta resolver os problemas materiais com utensílios que favoreçam o conforto deste corpo humano, pois o corpo humano somente pode ultrapassar as anomalias materiais, quando esta em contacto pleno com a consciência, de que, tudo o que existe neste mundo, esta sob as normas da existência do criador. Portanto o verdadeiro Espiritualista focaliza a ideia da renuncia material da seguinte forma; Qual a necessidade de construir palácios ou casas sumptuosas ou mesmo até uma simples cabana e dentro dessas construções manter nos aposentos camas luxuosas e macias somente com a ideia de haver mais conforto físico se existe o chão para deitar-se? Qual a necessidade de um bom travesseiro quando é possível usar os próprios braços? Qual a necessidade de variados utensílios quando é possível usar as palmas das mãos? Qual a necessidade de roupas quando não faltam substâncias que servem para cobrir, tais como as cascas das árvores? O ser humano deve compreender que não deve aumentar desnecessariamente os ingredientes que servem para a protecção e conforto do corpo. A energia humana é desperdiçada em uma busca ineficaz pela felicidade ilusória. Se uma pessoa é capaz de deitar-se no chão, por que então deveria esforçar-se para conseguir uma boa cama ou um colchão macio para deitar-se? Se uma pessoa pode descansar sem nenhum travesseiro e usar os braços macios dados pela natureza, não é preciso buscar um travesseiro. Se fizermos um estudo geral do comportamento da vida dos animais, podemos ver que eles não tem inteligência para construir grandes casas, móveis parafernálias domésticas, e no entanto mantêm uma vida saudável, deitando-se no descampado. Eles não sabem como cozinhar ou preparar alimentos, todavia levam vidas saudáveis mais facilmente do que os seres humanos. Isso não significa que a civilização humana deva converter-se à vida animal ou viver nu nas selvas sem qualquer cultura, educação e senso de moralidade. Um ser humano inteligente não pode levar uma vida animal; ao contrario, o ser humano deve tentar utilizar sua inteligência nas artes, na ciência, na poesia e na filosofia. Desta forma ele pode contribuir para a marcha progressiva da civilização humana. Mas aqui a ideia dada pelo verdadeiro Espiritualista é que a energia de reserva da vida humana, é muito superior ao dos animais, e com isso deve ser utilizada na auto-realização humana. Avanço da civilização humana deve ter como meta estabelecer nossa relação com Deus, relação esta que foi interrompida devido ao nosso anseio material, e esta meta só pode ser alcançada na forma de vida humana. Todos nós devemos compreender a isgnificância do fenônimo material, considerando que tudo isso não passa de uma fantasmagoria passageira, e devemos nos esforçar para solucionar as misérias da vida. A auto complacência com um tipo de civilização animal polida e ajustada ao gozo dos sentidos é ilusão, e essa "civilização" não é digna de possuir um parecer real de nomenclatura. Na busca de tais actividades falsas, um ser humano está nas garras da ilusão. Grandes sábios e santos nos dias de outrora não viviam em edifícios palacianos decorados com mobílias sumptuosas desfrutando os confortos da vida. Eles costumavam viver em cabanas e bosques e sentavam-se no chão duro, e ainda assim no entanto deixaram imensos tesouros de conhecimento elevado com toda a perfeição. Os supostos confortos da vida não são realmente úteis para a civilização progressiva, ao contrario, são prejudiciais à essa vida como progressiva. Nas ordens de realização progressiva, há amplas oportunidades e indicações suficientes para um término feliz da vida progressiva, e os seguidores sinceros são aconselhados aí a aceitar uma vida de renúncia voluntaria, a fim de atingir o objectivo pretendido da vida. Se a pessoa não está acostumada a permanecer em renuncia voluntaria, ela deve tentar cultivar este hábito em um etapa de vida onde possa ter maior facilidade e compreender que isso a ajudara a alcançar o sucesso desejado. A ordem de vida renunciada nunca é para mendigar ou a viver à custa dos outros como um parasita. Segundo o dicionário, um parasita é um bajulador, que vive às custas da sociedade, sem dar nenhuma contribuição para essa sociedade. A ordem renunciada é para contribuir com algo substancial para a sociedade e não depender dos rendimentos dos chefes de família. Pelo contrário, a aceitação de esmolas pelo mendicante de boa-fé é uma oportunidade oferecida pelo santo em benefício tangível do doador. No que diz respeito ao dever institucional Espiritual, dar esmolas ao um mendicante de boa fé, é parte do dever de um chefe de família, e as escrituras Sagradas aconselham que os chefes de família tratem os mendicantes como seus próprios filhos e ofereçam a eles espontaneamente alimentos, roupas e o que mais eles precisarem. No entanto os pseudomendicantes, não devem tirar proveito da disposição caridosa dos fiéis chefes de família. O primeiro dever de uma pessoa na ordem de vida renunciada é contribuir com alguma obra literária para o benefício do ser humano, a fim de dar orientação prática rumo à auto-realização.




publicado por Lalanesha Dasa às 17:30

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