*Sejam*Bem-Vindos* A Morada Suprema do Amor a Deus *

Abril 03 2017

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Toda a pessoa em sã consciência, deve se proteger contra o impulso dos sentidos usando a vigilância da inteligência

Por que às vezes fazemos coisas que não pretendíamos fazer, coisas que de fato tínhamos resolvido não fazer?

Para explicar o funcionamento do nosso mundo interior, as escrituras sagradas dos Vedas nos mostram a analogia do corpo envolvido numa carruagem puxada por cavalos entorpecidos. O corpo é como uma carruagem, a alma como o passageiro, os sentidos como os cavalos, a mente como as rédeas e a inteligência como o condutor.

Uma metáfora preliminar padrão para explicar a relação corpo-alma é a configuração do motorista de um carro. O corpo é como o carro e a alma como o motorista. Enquanto a analogia corpo e carro se concentra na necessidade de um princípio não-material de ativação - a alma - a analogia corpo e carro se concentra no mecanismo pelo qual esse princípio ativa o corpo material.

Embora os sentidos que são feitos de energia material, a metáfora dada neste sentido corpo e carro pode-se comparar a algo vivo: cavalos. Porque isso? Porque os sentidos têm seus condicionamentos que os fazem parecer vivos. Todos nós experimentamos que às vezes somos puxados pelos nossos sentidos para formas de indulgência que violam os princípios que consideramos sagrados. Tais ações são semelhantes aos cavalos que tomam a carruagem desenfreada do destino desejado do passageiro. Esta força dos sentidos ao nos arrastar para ações imprudentes é realçada comparando-os com cavalos entorpecidos.

Supõe-se que a inteligência dirija a mente, mas a mente é tão forte e obstinada que muitas vezes domina até mesmo a própria inteligência da pessoa, assim como uma infecção aguda pode superar a eficácia do remédio. Presume-se que tal mente forte seja controlada pela prática de yoga, mas tal prática nunca é viável para uma pessoa que tem de enfrentar o mundo. E que se pode dizer do homem moderno? A analogia usada aqui é apropriada: ninguém pode capturar os sentidos desenfreados como os próprios cavalos entorpecidos. E é ainda mais difícil capturar a mente turbulenta. Assim como os cavalos que puxam uma carruagem precisam ser controlados por um vigilante condutor, precisamos controlar nossos sentidos corporais com uma inteligência sempre vigilante. O Bhagavad-Gita capitulo 18 verso 30, afirma que esse discernimento é característico da inteligência no modo de bondade.

Dai então, quando adquirimos a sabedoria do Bhagavad-Gīta e nos purificamos através da prática de yoga, podemos elevar nossa consciência dos modos inferiores para a bondade e além disso, para a própria transcendência.

 A maneira mais fácil de controlar a mente, é cantar com toda a humildade o Maha Mantra “Hare Krishna Hare Krishna Krishna Krishna Hare Hare, Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare”, o grande mantra da libertação como é sugerido pelas Escrituras Sagradas. E Com a inteligência vigilante, podemos resistir aos sentidos e progredir para o nosso bem-estar geral.

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publicado por Lalanesha Dasa às 12:20

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