*Sejam*Bem-Vindos* A Morada Suprema do Amor a Deus *

Março 07 2016

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 Krishna a Suprema Personalidade de Deus enfatiza no Bhagavad-Gītā a seguinte descrição:

 A compreensão pela qual se sabe o que deve ser feito e o que não deve ser feito, o que se deve temer e o que não se deve temer, o que prende e o que liberta, está no modo da bondade. Mas as pessoas ignorantes e sem fé, que duvidam das escrituras reveladas, não alcançam a consciência de Deus; elas acabam caindo. Para a alma em dúvida não há felicidade nem neste mundo nem no próximo.

Dentre as muitas escrituras reveladas básicas e autorizadas, o Bhagavad-Gītä é a melhor. Pessoas que são como animais não acreditam nas escrituras reveladas padrão, e nem as conhecem; e há aqueles que, embora tenham conhecimento das escrituras reveladas ou possam citar passagens delas, na realidade não têm verdadeira fé nestas palavras. E mesmo que outros possam ter fé em escrituras como o Bhagavad-gītā, eles não acreditam na Personalidade de Deus, Krishna, e nem O adoram. Tais pessoas não podem situar-se na consciência de Krishna. Elas acabam caindo. De todos os acima mencionados, aqueles que não têm fé e sempre são incrédulos não fazem progresso algum. Homens que não depositam fé em Deus e na Sua palavra revelada não se dão bem neste mundo, e nem no próximo. Para eles, não existe nenhum tipo de felicidade. Devemos, portanto, seguir com fé os princípios das escrituras reveladas e desse modo elevarmo-nos à plataforma do conhecimento. Somente este conhecimento nos ajudará a promover-nos à plataforma transcendental da compreensão Espiritual. Em outras palavras, os incrédulos não têm nenhuma posição na emancipação espiritual. Todos devem, portanto, seguir os passos dos grandes ācāryas que estão na sucessão discipular e desse modo alcançar o sucesso.

Executar ações segundo as direções das escrituras é executar ações que merecem ser realizadas. E ações que não seguem essa orientação não devem ser executadas. Quem não conhece as direções das escrituras se enreda nas ações e reações do trabalho.

A compreensão que discrimina por meio da inteligência está no modo da bondade.

A compreensão que não distingue entre religião e irreligião, entre a ação que deve ser executada e ação que não deve ser executada, está no modo da paixão.

A compreensão que considera a irreligião como religião e a religião como irreligião, que está sob o encanto da ilusão e da escuridão, e se esforça sempre na direção errada, está no modo da ignorância.

A yoga é um meio para se compreender a Alma Suprema. Aquele que com determinação está bem fixo na Alma Suprema, concentrando a mente, vida e atividades sensórias no Supremo, ocupa-se em consciência de Krishna. Este tipo de determinação está no modo da bondade. Aqueles que se ocupam em consciência de Krishna jamais se deixam levar por alguma outra atividade.

A alma condicionada não pára de tentar desfrutar a felicidade material. Assim, ela mastiga o mastigado. Mas às vezes, na busca deste prazer, ela se livra do enredamento material e obtém a associação de uma grande alma. Em outras palavras, a alma condicionada está sempre ocupada em algum tipo de gozo dos sentidos, mas quando ela compreende, através de uma boa associação, que isto é uma mera repetição da mesma coisa e desperta para a sua verdadeira consciência de Krishna, ela pode se livrar dessa repetitiva felicidade ilusória.

Os deveres prescritos são atividades impostas segundo os modos da natureza material adquiridos pela pessoa. Trabalho por capricho significa ações sem a sanção da autoridade, e inação significa não executar os deveres prescritos. O Senhor aconselha a não se ficar inativo, mas a executar seu dever prescrito sem se apegar ao resultado. Alguém que se apega ao resultado do próprio trabalho, é também a causa da ação. Assim, ele desfruta ou sofre o resultado de tais ações. 

Quanto aos deveres prescritos, eles podem incluir-se em três subdivisões, a saber, trabalho de rotina, trabalho de emergência e atividades desejadas. Trabalho de rotina executado por obrigação segundo as prescrições das escrituras, sem desejo dos resultados, é ação no modo da bondade. O trabalho visando resultados torna-se a causa do cativeiro; portanto, trabalho assim não é auspicioso. Todos têm direito de propriedade em relação aos deveres prescritos, mas deve-se agir sem apego ao resultado; tais deveres obrigatórios abnegados sem dúvida conduzem a pessoa ao caminho da liberação. 

Tudo o que é feito sob a direção de Krishna é transcendental e não se contamina com reações materiais, que podem ser auspiciosas ou inauspiciosas. A concepção segundo a qual há coisas auspiciosas e inauspiciosas no mundo material é mais ou menos uma invenção mental porque não há nada auspicioso no mundo material. Tudo é inauspicioso porque a própria natureza material é inauspiciosa. Apenas imaginamos que algo é auspicioso. A verdadeira prosperidade depende de atividades que, em consciência de Krishna, são plenas em devoção e serviço. Portanto, se realmente quisermos que nossas atividades sejam auspiciosas, então devemos trabalhar sob as instruções do Senhor Supremo.

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publicado por Lalanesha Dasa às 18:41

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