*Sejam*Bem-Vindos* A Morada Suprema do Amor a Deus *

Novembro 03 2014

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  Há três espécies de ímpeto para o trabalho diário: o conhecimento, o objecto do conhecimento e o conhecedor. Os instrumentos do trabalho, o próprio trabalho e o trabalhador chamam-se os constituintes do trabalho. Todo trabalho feito por qualquer ser humano tem estes elementos. Antes que a pessoa aja, existe algum ímpeto, que se chama inspiração. Qualquer solução a que se chegue antes que o trabalho seja efectuado é uma forma sutil de trabalho. Então, o trabalho toma a forma de acção. Primeiro, a pessoa tem que passar por três processos psicológicos _ pensar, sentir e querer _ e isto se chama ímpeto. A inspiração para o trabalho é a mesma, venha ela da escritura ou da instrução do mestre espiritual. Quando existe a inspiração e existe o trabalhador, então acontece a verdadeira actividade com a ajuda dos sentidos, incluindo a mente, que é o centro de todos os sentidos. O somatório de todos os constituintes de uma actividade chama-se a acumulação do trabalho.

Conforme os três diferentes modos da natureza material, há três classes de conhecimento, acção e executor da acção.

Até mesmo os inteligentes ficam confusos em determinar o que é acção e o que é inacção. É dificílimo entender as complexidades da acção. Portanto, deve-se saber exactamente o que é acção, o que é acção proibida e o que é inacção.

“Nas criações materiais, o Senhor é apenas a causa suprema. A causa imediata é a natureza material, pela qual a manifestação cósmica se torna visível.” Os seres criados são de muitas variedades, tais como os semideuses, os seres humanos e os animais inferiores, e todos eles estão sujeitos às reacções de suas actividades passadas, boas ou más. O Senhor apenas lhes dá condições favoráveis ao desenvolvimento dessas actividades e ao andamento dos modos da natureza, mas nunca Se torna responsável pelas actividades presentes e passadas por eles executadas. O Senhor nunca tem parcialidade por nenhuma entidade viva. A entidade viva é responsável por seus próprios atos. O Senhor apenas lhe dá facilidades através da natureza material, ou energia externa. Qualquer um que seja plenamente versado em todas as complexidades desta lei do karma, ou actividades fruitivas, não é afectado pelos resultados de suas actividades. Em outras palavras, aquele que compreende esta natureza transcendental do Senhor é uma pessoa experiente na consciência de Krishna, e por isso nunca se sujeita às leis do karma. Quem não conhece a natureza transcendental do Senhor e pensa que as actividades do Senhor visam os resultados fruitivos, tal qual as actividades realizadas pelos seres vivos comuns, decerto enreda-se nas reacções fruitivas. Mas quem conhece a Verdade Suprema é uma alma liberada, fixa em consciência de Krishna.

Esta liberdade do cativeiro das acções só é possível na consciência de Krishna, quando se faz tudo para satisfazer Krishna. Quem é consciente de Krishna age por puro amor à Suprema Personalidade de Deus, e por isso não se apega aos resultados da acção. Ele nem mesmo está preocupado com sua manutenção pessoal, pois Krishna Se encarrega de tudo. Tampouco está ansioso por conseguir mais coisas, ou em proteger as coisas que já estão em sua posse. Ele cumpre seu dever da melhor forma que lhe é possível e deixa tudo a critério de Krishna. Quem é assim desapegado está sempre livre dos bons ou maus efeitos das reacções; é como se não estivesse fazendo nada.

Uma pessoa de compreensão age com a mente e a inteligência sob controle perfeito, e deixa de ter qualquer sentimento de propriedade por suas posses e age apenas para obter as necessidades mínimas da vida. Trabalhando assim, a pessoa não é afectada por reacções pecaminosas.

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publicado por Lalanesha Dasa às 20:40

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